04 novembro 2006

Começando por este. Os acessos actuais (a cada um dos santuários) fazem-se a partir da EN 373, entre o Redondo e o Alandroal. Neste sentido, a Rocha da Mina é o primeiro. Por um estradão de terra chega-se ao rio Lucefécit. Com um jipe talvez se consiga ir mais longe, mas o passeio a pé ao longo do rio é bonito.
E começam a ver-se ao longe as fragas da Rocha da Mina.
Quando nos aproximamos, um obstáculo francamente aprazível: o Lucefécit (que significará “fez-se luz”), reflecte as árvores e os rochedos.

5 comentários:

garina do mar disse...

este sítio é giro! tem ar celta!!! até é estranho a morgana não ter ainda aparecido por aí... deve ter ido de fim de semana...

Laurus nobilis disse...

Será que a Senhora do Lago ainda consegue andar por lá?

garina do mar disse...

andar por onde? pelo Lago? ou aqui no Lucefécit? é capaz de ser mais giro...

nautilus disse...

O Lucefécit é interessante. Tem bastantes meandros o que não torna a "navegação" fácil, e não sei se terá altura de água suficente mesmo para a Senhora do Lago.
Mas, cara Morgane, a jusante do santuário existe uma albufeira neste mesmo rio onde pode navegar sem problemas. E se se quiser fixar nesta região tem sempre o Grande Lago da albufeira do Alqueva, onde aí tem motivos de interesse suficientes (uns mais místicos, outros mais terrenos) para justificar uma grande temporada.

morgane the fairy disse...

Pode-se estar sem se estar. Ou estar sem que ninguém perceba. E andar por onde nos leva a Alma.
Tal como o Lago para uns é apenas um lago e para outros o caminho para Casa.
Mas não o único caminho.
Como disse o nautilus há muitas passagens e, se há quem nunca as encontre, há quem as saiba descobrir em sítios lindos como este, nesta imagem da água tão sugestiva.
Estarão todas as passagens associadas a água?