Mostrar mensagens com a etiqueta Porto Santo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto Santo. Mostrar todas as mensagens

24 novembro 2013

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (8 e último)


O último dia: Vila Baleira
É a capital da ilha e concelho de Porto Santo.
Vila Baleira está situada no local onde Bartolomeu Perestrelo fundou a primeira povoação em 1419 e é uma cidade pequenina, com pouco mais de 4 mil habitantes. O centro histórico está bem cuidado e visita-se numa manhã, incluindo a visita (a não perder) à Casa-Museu Cristóvão Colombo.


O Museu localiza-se na casa que supostamente terá sido habitada por Cristóvão Colombo, quando esteve casado com Filipa Moniz e para além de diagramas das suas viagens, de cópias de mapas e do modelo de um dos seus barcos tem também informação sobre o fundador da cidade.


Gostei deste detalhe!


A história demorou tantos anos a contar que já dá vontade de regressar. Pelo menos para mergulhar no Madeirense e voltar a comer um daqueles deliciosos pregos.

13 junho 2013

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (7)


A Pesca
No final do passeio de volta à ilha assistimos a uma saída de pesca, mesmo ali, junto do pontão de Vila Baleira. Foi interessante.



24 fevereiro 2013

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (6)


3º dia (cont.) - de regresso à costa sul (sudeste)

Para (quase) terminar o relato deste 3º dia que já vai longo no tempo, ficam aqui umas imagens da costa sul, enquadrada a nordeste pela ponta da Galé e ilhéu de Cima mesmo junto à marina (foto de cima) e, a sudoeste, pela ponta da Calheta e ilhéu de Baixo ou da Cal que já vos mostrei por aqui (foto abaixo).

Junto a um dos miradouros mais conhecidos, o da Portela, encontram-se alguns dos moinhos de vento da ilha, de madeira e rotativos, que datam do fim do século XVIII e serviam para a moagem da farinha necessária ao fabrico de pão.

Desse miradouro tem-se também uma boa vista do interior da ilha, abrangendo o campo de golfe e o aeroporto.

Por fim, fica uma imagem "aérea" da capital da ilha - Vila Baleira -, também localizada na costa sul, e da sua ponte cais.

29 março 2012

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (5)

3º dia (cont.) - a costa oeste

Depois de admirarmos o fabuloso contraste entre as encostas áridas e o mar azul da costa oeste, regressamos ao interior da ilha (o aeroporto impede a passagem por Oeste entre o Sul e o Norte).
Passamos pelo pico de Ana Ferreira, com as suas estranhas colunas prismáticas a que chamam "piano", formações geológicas de origem vulcânica e postas a descoberto pela exploração de uma pedreira.
Daí, no chamado "miradouro da Pedreira", é possível também observar um outro estranho contraste: o de um verde campo de golfe que ressalta da paisagem desértica.
E voltamos à costa oeste (noroeste)onde são notórios os fenómenos de erosão, que num lado ou noutro, são objecto de tentativas de contenção, quer através da florestação (com pouco sucesso), quer através da constução de socalcos.
Mas são lindos os efeitos dos ravinamentos provocados por linhas de água torrenciais: dão origem a estes vales em V que mostram o azul do mar.

21 janeiro 2012

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (4)

3º dia - a costa sul
Depois de um looongo intervalo, lembrei-me que não tinha acabado de contar a história da minha viagem a Porto Santo. Sendo uma pena, porque Porto Santo tem umas coisas bonitas para mostrar, aqui ficam mais umas.
E continuando onde tinha parado, depois do mergulho na Baixa das Bicudas (ver aqui e seguintes), fomos dar a volta à ilha de jipe.
Começámos pela ponta sul da ilha, onde se pode admirar o ilhéu da Cal (ou ilhéu de Baixo). Dizem que é bom para mergulho em apneia mas não cheguei a ir lá.
Daí vê-se também a costa sul da ilha, completamente árida, vendo-se ao longe a ponta da Galé e o ilhéu de Cima.
Cá em baixo o restaurante Calheta onde tínhamos jantado na véspera e uma água transparente, com umas cores lindas!
Ao longe a ilha da Madeira.
E por fim, já para Oeste, o ilhéu de Ferro e a ponta da Canaveira, a extremidade poente da ilha.
(continua).

18 janeiro 2007

Mar Português (4)

na costa Oeste de Porto Santo...

06 novembro 2006

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (3)

2º dia
Às 9 e meia saio do hotel. Lá está, parada em frente à porta, uma carrinha da Porto Santo Sub e o Zé Ricardo. Vou mergulhar! Pelo caminho apanhamos a Joana e o Hugo e vamos até ao porto onde se localiza o centro de mergulho. “De que é que precisas?” “Colete, garrafa e chumbos... 8 kg!”. Experimento um colete... “não, small não dá... tem que ser médio”, equipo a garrafa, visto as calças do fato, preparo a máquina fotográfica “vou precisar de lanterna?” “não, hoje não vale a pena...” pomos as coisas todas na carrinha e vamos até ao passadiço “e os chumbos? não vi os chumbos..” “estão a bordo...”
Junto ao passadiço vestimos o colete com a garrafa, levamos a “tralha” toda até ao semi-rígido e partimos para a Pedra do Jota, ligeiramente a sul do ilhéu de Cima. O Zé Ricardo vai ficar a bordo e a Joana faz o briefing. E avisa “ponham o capuz do fato que isto está cheio de peixe porco e um dia destes levei uma dentada na orelha”. Peixe porco! são tão irritantes.
Relembro uma história que se passou comigo o ano passado no Banco D. João de Castro em que um peixe porco se “atirou” a mim.
Saltamos para a água: “está óptima!”. Descemos até cerca dos 17 metros onde encontrámos a plataforma rochosa que descia até um fundo de areia 5/6 metros mais abaixo. A água era espantosamente azul, com uma visibilidade fantástica.
Os rochedos, sem vestígios de algas ou corais estavam cobertos de ouriços pretos mas com um “núcleo” azul eléctrico e umas “agulhas” bem compridas. À volta deles castanhetas (ou serão “azuletas”?) também pretas e azuis.
Logo a seguir um peixe-cão, grande, colorido. E o primeiro peixe porco (um pampo) que nunca mais nos largou até ao final do mergulho.
E depois, sargos por todo o lado. Aqui também lhes chamam “dobradas”. Num buraco de um rochedo uma moreia, daquelas pretas com pintas brancas... poisei a mão numa pedra para a fotografar e sinto uma dentada “estúpido peixe-porco!”, dei-lhe com a máquina e afastou-se para voltar logo a seguir... estes peixes são tipo moscas quando estamos ao sol, por mais que se enxotem não descolam, e estes ainda por cima são agressivos...
A Joana faz-nos sinal e aponta para o fundo de areia... tal como nos tinha dito no briefing, lá estavam as enguias de jardim... umas dezenas, bamboleando-se na água, mas é impossível aproximarmo-nos, enfiam-se logo na areia, e aquela distância nunca iriam ficar na fotografia... Experimentei o zoom. Resultou!
Voltámos para trás. Durante um bocadinho segui um peixe-trombeta mas não o consegui fotografar. Na areia “pastavam” salmonetes enormes.
Novo sinal da Joana a apontar para a base de um rochedo. O computador avisava o limite de mergulho sem descompressão. Mas 3 minutos de patamar não eram problema... desci, por baixo do rochedo um túnel, o azul do outro lado era lindo... e no buraco volteava um mero enorme... talvez para não se deixar fotografar!
E um bocadinho mais à frente outra moreia, desta vez com umas bolas grandes castanhas e um ar bastante agressivo. Estava na hora de subir, fomos até ao cabo do ferro que a Joana soltou do fundo. Olhei para cima, via-se claramente o nosso barco. De facto esta água é mesmo transparente. 22,4 metros. 45 minutos. Um bom mergulho.
Regressámos ao porto, lavámos os fatos e o resto do equipamento, ficavam a secar no centro até ao dia seguinte, e o Zé Ricardo levou-me de volta ao hotel. “Amanhã às 9 e um quarto”.
Passava pouco do meio-dia. O tempo não estava famoso. Para ir até à praia estava frio. Mas estava um dia bom para irmos dar a volta à ilha de jipe. Fomos investigar na agência que estava instalada no hotel: a volta demorava cerca de 3 horas, mas para o circuito das 2 e meia já não havia vagas “Só amanhã. E o melhor é marcar já!”. Pois, mas eu tinha mergulho de manhã, podíamo-nos atrasar e perdia a saída. Lembrámo-nos que tínhamos o contacto da empresa que nos tinha feito o transfer. E que oferecia o circuito por menos 1 Euro! Ligámos. Também não tinha vagas. Mas tinha uma vantagem: o circuito era às 3 e meia, dava-me mais folga, e demorava 3 horas e meia ou 4 porque a Carla Sofia gostava de explicar as coisas todas. Óptimo! marcámos para o dia seguinte.
E agora? mais uma volta na Talassoterapia? estudámos o folheto. Não ajudava muito. “Vamos lá perguntar. Assim aproveitamos a “happy hour”. De novo uma tentativa para que nos “vendessem” um programa engraçado... nada, aquela gente não tem mesmo jeito! ou não estão para trabalhar! Mais umas perguntas sobre os produtos que ofereciam e marcámos uns “duches vichy”. Fui eu primeiro. Aquilo era “simpático”: só um quarto de hora, e em vez daqueles cremes peganhentos, a massagem era dada com a ajuda de uma linha de duches de água salgada que corriam pelas costas. Bastante melhor que a massagem shiatsu da véspera. Talvez seja de repetir. A seguir dei “uma volta” pelo sauna e banho turco, mas não, decididamente não gosto daquilo… consigo estar 10 minutos no sauna sem sequer suar!
À saída encontrámos o Miguel do centro de mergulho do hotel. Estava de facto com um ar bastante doente, e preocupado por não ter podido levar-me a mergulhar. Para o descansar contei-lhe o mergulho que tinha feito…E fomos almoçar! estávamos famintas! voltámos à tasquinha do João do Cabeço para comer aqueles maravilhosos pregos no bolo do caco . Enquanto almoçávamos o sol voltou a aparecer de maneira que fomos até à piscina.. mas o calor não era muito: umas nuvens irritantes teimavam em não sair da frente do sol… e aquelas italianas que não se calavam eram tão insuportáveis que tivemos de mudar de lugar.. “Despachei” um dos livros que tinha levado e “já que não há mais nada para fazer!” resolvemos ir a pé até à ponta sul da ilha, a ponta da Calheta, jantar ao restaurante “Calhetas”.
Ao fim do dia metemo-nos ao caminho pela estrada. Entre a estrada e a praia há terrenos agrícolas numa espécie de “masseiras”,
mas o mais impressionante era o ravinamento das encostas do cabeço do Zimbralinho. Não deve ser bom estar numa daquelas casas no sopé do monte em dia de enxurrada.
A ponta da Calheta é um espectáculo!
o mar batia desencontrado no estreito que separa a ilha do ilhéu de Baixo (ou da Cal), iluminado pelos tons laranja do por do sol. Ao longe, já na penumbra via-se a ilha da Madeira.
No "Calhetas" com vista para o mar e o ilhéu, tinham-nos reservado uma mesa na esplanada.. Um sítio simpático. A ementa não era muito variada mas parece que os filetes de peixe espada com banana estavam bons. O meu arroz de marisco também não estava mau, apesar de estar cheio de mexilhões que eu tinha pedido para não porem. E também é simpático terem uma carrinha para levar os clientes aos hotéis.
No bar do hotel, o único sítio onde havia rede wireless, os italianos que enchiam o hotel estavam animadíssimos num espectáculo de karaoke . Como é que eu ia conseguir “contar” o mergulho da manhã? Acabei por descobrir um cantinho mais sossegado. E lá o publiquei:
(continua...)

01 outubro 2006

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (2)

O 1º dia
Depois de uma massagem shiatsu decepcionante (acho que depois da aula dada pelo enfermeiro Luís Pereira no Creoula até eu seria capaz de as fazer melhor), de tentar falar, sem sucesso, com o responsável pelo centro de mergulho e de desfazer as malas, fui, “num instante”, ver se a rede wireless funcionava como previsto e contar o “desembarque”: http://milhasnauticas.blogspot.com/2006/09/desembarque-em-porto-santo.html.
Apanhámos o autocarro para as festas da “cidade”: estava anunciado o Festival Colombo, com um espectáculo do Vitorino e a “despedida” do Colombo. O programa anunciava também, para o fim do dia, um concurso de sobremesas de chocolate.
Fomos ver: em cima de uma mesa 4 bolos, 4! O júri provava e deliberava... e, tirando nós e os concorrentes, mais ninguém a assistir...
e, na esplanada da festa, meia dúzia de pessoas... “Esta terra não tem ninguém?” “Isto é que é a festa?” Uma volta pela venda de artesanato e a festa estava vista... “pode ser que à noite anime, vamos até ao porto e jantamos no restaurante que nos recomendaram por lá”.
Mais uma tentativa frustrada de tentar saber como iria mergulhar no dia seguinte, e seguimos a pé até ao porto, na ponta nascente da praia. Finalmente uma chamada: o Miguel, do centro de mergulho do hotel, estava doente mas ia-me dar o contacto do Ricardo, do outro centro de mergulho da ilha. Liguei e ficou combinado: ia-me buscar ao hotel às 9 e meia. Uff... estava a ver estas mini-férias a ficarem tremidas.
É pena não haver um caminho ao longo do areal, a praia vai de uma ponta à outra da ilha, mas só depois de sairmos da cidade é que conseguimos ver o mar.
No porto procuramos o “la Roca”, “Fechado? Mas hoje é sábado!”.
Ao fundo do porto vê-se um conjunto de edifícios bem enquadrado “talvez sejam bares e restaurantes...” Serão, mas estão às moscas: pelos vistos a época em Porto Santo acaba cedo.
Queremos apanhar um autocarro para regressar mas acabam às 7 e meia. Voltamos a pé, até ao recinto da festa agora um pouco mais animado.
Mas foi fácil arranjar mesa, em frente à mesa de uns “senhores importantes” que tinham vindo “despedir-se” do Colombo... ou se calhar desejar-nos as boas vindas, vá-se lá saber!
E a comida das tasquinhas era simpática. Começámos, finalmente!, a achar que as férias iam ser fixes. Até é agradável estar numa festa onde as pessoas não se atropelam umas às outras, onde se consegue chegar ao balcão e pedir um jantar, que até nos vêm trazer à mesa!
E arranjar lugar sentado no anfiteatro ao ar livre... para ver o Vitorino, num espectáculo que valeu a pena. E que acabou por se encher de gente, tanta que nem conseguimos ver a despedida do Colombo. (continua...)

30 setembro 2006

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (1)

A chegada
Há dias a consultar um Atlas, à procura de um rio em África, dei de caras com uma página “Islands of Africa”, 1 Madeira Islands (Arquipélago da Madeira). Os Açores também por lá apareciam, mas sem sequer ter direito ao mapa mais pormenorizado... e nem Madeira nem Açores constam da página correspondente à Europa física e política... Eu não conhecia Porto Santo, só a Madeira que nunca achei que tivesse algo a ver com África, mas a vista da ilha ao aterrar fez-me lembrar algumas das fotos que vi de Cabo Verde.
A viagem foi algo confusa: apesar de nos terem despachado as malas directamente para o Porto Santo, tínhamos que fazer de novo check-in no Funchal, onde o guichet para Porto Santo, por acaso era o mesmo de um voo para Gatwick. E a menina, antipática, “despachou-nos” quando pedimos para confirmar se as nossas malas seguiam também no avião. Confirmámos nós: quando íamos embarcar, lá estavam elas no carrinho junto ao avião!
O lugar, à janela como tinha pedido, era do lado "errado" o que não deixou ver a aproximação à ilha, e as pás do hélice e o vidro sujo não permitiam grandes fotos. Ao fim de 15 minutos aterrámos. Vimos as malas a serem retiradas da parte de trás do avião... “E o meu saco de mergulho? não está ali!” Uff... havia um compartimento de bagagens extra no nariz do avião e lá estava ele...
Agarrámos nas bagagens e saímos à espera de ver alguém segurando uma plaquinha com os nossos nomes.... Não, ninguém... esperámos um pouco, o aeroporto ficou deserto... saímos, a tempo de ver uma carrinha a parar em cima da passadeira (também não havia ninguém para passar!) e a sair de lá uma rapariga com ar apressado que entra no aeroporto... Pedidas as desculpas resolveu, no caminho para o hotel, fazer um desvio para nos mostrar a “cidade” de Vila Baleira, indicou-nos alguns restaurantes e recomendou-nos uma excursão de jipe. À pergunta sobre como poderíamos alugar um carro, respondeu que podia ser perigoso para quem não conhecesse as estradas...
Chegamos ao hotel. Na recepção viam-se várias pessoas e vários montinhos de toalhas verdes à volta do balcão, algumas malas, mas, do lado de dentro do balcão ninguém! Começava a ser um hábito! Ao fim de uns minutos aparece a única empregada que às 11 e meia, hora de saídas e chegadas, fazia o trabalho da recepção... Aguardámos a nossa vez para, perto do meio dia, ficarmos a saber que só teríamos quarto às duas horas. Tivemos que perguntar se entretanto nos guardavam as malas e se podíamos ir até à praia ou à piscina do hotel...
Depois de uma viagem de avião podíamos experimentar umas massagens... Fomos até à Talassoterapia, à espera que nos recomendassem um programa para os nossos cinco dias de estadia... estenderam-nos uma lista de produtos e preços, informando-nos que do meio dia às 3 e meia tínhamos desconto, mas quanto a programas nada! Espreitámos a piscina, simpática..., a praia, engraçada (tirando o defeito de ter areia...) e fomos procurar o centro de mergulho, que estava fechado como seria de esperar aquela hora...
O melhor mesmo era tentarmos almoçar... afinal o pequeno almoço já ia longe! Lembrámo-nos de uma tasca que a menina do transfer nos tinha recomendado ao lado do hotel... só abria à uma! Ocupámos uma mesa, estudámos a ementa, organizámos a informação que tínhamos sobre a ilha e quando finalmente a tasca abriu todas as mesas estavam ocupadas! Felizmente éramos as primeiras e as imperiais e os pregos no bolo do caco chegaram rapidamente.... (continua...)

28 setembro 2006

Descubram as diferenças!

Um passatempo de Outono.
(as fotos são da Garina do Mar)

20 setembro 2006

ESPECTACULAR! o Madeirense em Porto Santo!

32,9 metros! 42 minutos!
o meu 101º mergulho
um azul maravilhoso! uma visibilidade exatraordinária: um bom prenúncio para a segunda centena!!!!
pelo espectáculo que é o barco só por si!