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Visita à Coudelaria de Alter (1ª parte)
A visita começa nas Casas Altas, que já foi capela, palheiro, celeiro e que agora aloja o Centro de Interpretação da Coudelaria de Alter.
No piso de baixo, sobre as antigas manjedouras estão representados os cavalos (ou éguas) que as utilizariam, e ainda se pode ver uma maquete da Coudelaria e alguns vídeos das éguas.
No piso superior está um núcleo museológico que conta a história da coudelaria, desde a sua fundação, por D. João V, neste local: a Tapada do Arneiro.
Descreve também as raças e o que tem sido feito para o seu apuramento, explicando que apenas a raça Lusitano é considerada como Alter Real (pode clicar na foto abaixo para ampliar)
No núcleo museológico podem também ser vistos muitos objectos ligados à criação de cavalos e à sua lide, bem como histórias diversas sobre os cavalos.
Um dos painéis explica a problemática da utilização dos cavalos nas cidades (pode clicar na foto abaixo para ampliar).
Segue-se depois a visita às várias cavalariças, passando pelo Pátio das Éguas, onde estava apenas a égua que adoptou um poldro órfão.
E depois o Páteo D. João VI, onde no lado exterior estão cavalos de várias raças, principalmente árabes e sorraias.
Este estava mortinho para que lhe fizessem festas...
No lado interior, com uma arquitectura magnífica, estavam os poldros que iam ser desbastados (3 anos ou mais anos) e ouvimos uma interessante explicação sobre como são dados os nomes aos cavalos: cada ano corresponde a uma letra, e a segunda sílaba começa pela letra do nome do progenitor.
O Beirão, com 20 anos e 116 descendentes, é um dos "heróis" da Coudelaria, tendo representado Portugal em várias competições internacionais.
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