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20 outubro 2018

Plantar árvores na Gorongosa


Para quem vê do ar o Parque Nacional da Gorongosa pode parecer estranha a necessidade de reflorestação. Mas na realidade todos os anos desaparecem grandes áreas de floresta, quer para libertar áreas para agricultura, quer para a produção de carvão.
Uma das alternativas encontradas para melhorar a economia local foi a produção de café que precisa de sombra e por isso de árvores.
Mas sim, continua a ser necessário plantar muitas árvores.

Um dos grandes "campeões" da plantação de árvores à escala mundial é o Pedro Muagura, que é desde o início do ano o administrador do Parque, mas que já plantou cerca de 50 milhões de árvores (incluindo uma em Lisboa) e criou uma organização que só faz isso.
Na ligação (aqui) o Pedro conta um pouco do desafio que é a plantação de árvores na Gorongosa.
Na foto de baixo vê-se um dos vários viveiros que contribuem com árvores para as plantações no Parque (e no resto de Moçambique).


(clique na imagem para ver a origem)
Já conheço o Pedro há uns anos, quando ainda era Director de Conservação, e já várias vezes lhe tinha dito que gostava de plantar uma árvore na Gorongosa. Mas só desta vez é que calhou: no dia em que me vinha embora aparece-me ele com duas mini árvores, uma Breonadia (Breonadia salicina) e uma Umbaua (Khaya nyasica).

E fomos plantar as árvores do lado de fora do Chitengo. Incluiu abrir uma cova para colocar a árvore (só cavei uma delas...), retirar a película que protegia o torrão com as raízes,

colocar as árvores, tornar a pôr a terra, regar,

proteger com palhas e ervas para ajudar a conservar a humidade e ainda conversar um pouco com cada uma delas, explicando que voltaria para ver se estavam a crescer bem. Foi giro!

Obrigada Pedro Muagura! Espero poder vir a plantar bastantes mais árvores na Gorongosa.

02 julho 2017

A propósito de incêndios...



Costa Vicentina, em 2016.

27 janeiro 2017

Records na vela à volta do Mundo


Entre 25 de Dezembro e 26 de Janeiro foram estabelecidos três novos records na volta do mundo à vela em três situações diferentes.

Thomas Coville, apenas porque havia um record a bater, chegou a 25 de Dezembro a Ouessant, depois de uma volta ao mundo em solitário, num trimaran, ao fim de 49 dias e 3 horas. Bateu em 8 dias e 10 horas o record anterior que era de Francis Joyon, em 2008.
Mais aqui


A 19 de Janeiro, Armel le Cléac'h ganha a famosa regata "Vendée Globe Challenge, que já vai na sua 8ª edição (a 1ª foi em 1980): a volta ao mundo à vela (em veleiros monocasco) em solitário e sem escala, com largada e chegada em Sables d'Olonne, na Vendée. Com 74 dias e 3 horas de regata bateu, em 4 dias, o anterior record que era de François Gabart.
Mais aqui e aqui


Finalmente, a 26 de Janeiro, Francis Joyon, sim, o que tinha o anterior record em trimaran em solitário, bateu o anterior record do Troféu Jules Verne, realizando o périplo num trimaran com mais 5 tripulantes, em 40 dias e 23 horas. Este troféu é um desafio aberto - pode concorrer qualquer tipo de veleiro, com qualquer dimensão de tripulação e o dia de largada, em Brest, é definido pelo próprio com pré-aviso - e visava fazer a volta ao mundo à vela em 80 dias. Com 27 tentativas, apenas 10 conseguiram fazer a volta em menos de 80 dias, sendo Bruno Peyron o primeiro, em 1993, com 79 dias e o último, até ontem, Loick Peyron com 45 dias e 13 horas, em 2012. Neste momento o tempo vai quase em metade do objectivo inicial!!
Mais aqui


Será muito difícil bater qualquer destes três records mas com a evolução da tecnologia na construção destes veleiros e, sobretudo, com os cada vez melhores conhecimentos meteorológicos, um destes dias acontecerá de novo. E, como diz Loick Peyron:

20 novembro 2016

Topo-hidrografia "instantânea"


Numa expo sobre produtos e serviços ligados ao mar o Instituto Hidrográfico tinha esta "caixa de areia" que servia para mostrar como é que funcionam os sondadores multifeixe: há medida que alterávamos a topo-hidrografia as curvas de nível ajustavam-se e as cores que indicavam a altitude também.

Foi divertido passar de uma montanha à beira-mar,

para uma montanha com uma caldeira

e dar origem à formação de uma ilha!


O resultado real é o das fotos abaixo com a representação do cachão da Valeira e da embocadura do Tua, em resultado do levantamento que o IH está a fazer do rio Douro.


Neste vídeo do IH é exemplificada a forma como o navio faz o levantamento.

No folheto são apresentadas as características de vários aparelhómetros sondadores e os resultados obtidos.

13 agosto 2012

Coruche visto do céu


Seguindo uma recomendação da Miúda que, inacreditavelmente, foi passear de balão e não fez aqui a reportagem, resolvi ir experimentar.

É preciso chegar bem cedo a Coruche, dado que os voos são ao nascer do sol por causa do vento.

O que permite umas imagens bonitas do casario iluminado pelo sol nascente.

Também é engraçado ver as "texturas" que a vegetação, as sombras e os trabalhos agrícolas desenham no solo.


E ver a nossa própria sombra a seguir-nos pelos campos.

É uma experiência que recomendo, pela experiência em si. Mas que não vou repetir, pelo menos neste local dado que a paisagem nem sempre é a mais bonita. Talvez um dia venha a sobrevoar as savanas africanas?

18 janeiro 2008

O Milhas Náuticas é uma "referência"!

Costumo dizer que não nos devemos fiar na Wikipédia. Já lá encontrei, mais do que uma vez, informação errada e/ou fantasiosa. Normalmente, quando a consulto é apenas para ver se, nas "Referências" que apresenta, há alguma que me possa ajudar.
Pois não é que hoje, estava a ver o "sitemeter" (de vez em quando tem graça perceber porque carga de água aparecem tantos visitantes) quando deparo com uma entrada a partir deste link:
Wikipédia? Fui espreitar e dei com esta página!
Mas não falava no Milhas Náuticas...
E depois percebi! Uma das Referências, a que "eles" chamaram "Flores a ilha das cascatas" vai direitinha para o nosso artigo As cascatas da ilha das Flores".
Ou seja... se calhar até há mais! E é mesmo melhor não se fiarem na Wikipédia... Só nas referências ;)

07 agosto 2007

03 julho 2007

12 junho 2007

Berlengas 2007

O porto de Peniche ficou a abarrotar, com os veleiros do
XII Cruzeiro à Berlenga, organizado pela AVELA:

À espera de embarcar, no "veleiro mais bonito do mundo, quiçá da ria de Aveiro"

04 abril 2007

chott el-Djerid: o deserto de sal

Com uma centena de quilómetros de extensão, este grande "mar" interior, localizado no sul da Tunísia, corresponde ao extremo oriental do Sahara.
Diziam por lá que as miragens não ficavam registadas nas fotografias, mas ficaram...
e o mais interessante é que as duas fotografias são do mesmo local, a de cima tirada cerca de 2 metros mais acima que a de baixo!!

16 fevereiro 2007

"pedrinhas" de gelo

não... não fui eu que me entretive a despejar as "cuvettes" de gelo na janela! foram mesmo as nuvens que trataram disso!!

27 dezembro 2006

num céu branco, uma vela azul

(e uma "diagonal quase perfeita" como diria o LQuinta...)
dedicada aos nossos amigos velejadores!

21 dezembro 2006

Um lugar ao "Sol"

A aldeia de Viganella, localizada nos Alpes italianos, desde o início de Novembro, até ao início de Fevereiro, ficava o dia inteiro à sombra.
Porquê ficava? porque o engenho levou os habitantes da aldeia a construir um espelho no topo da montanha próxima. Este espelho reflecte os raios solares para a praça central da aldeia durante cerca de 6 horas por dia.
Se quiser saber mais veja o site do Progetto Specchio
(outras aldeias de montanha andam já a estudar o assunto)

08 dezembro 2006

25 novembro 2006

Um sábado a trabalhar

com um pôr do sol lindo...
mas pelo menos já sei regular a luz na máquina e mudar os pontos de focagem!
Já perto do pôr do sol:
não sabia que de minha casa se via tão bem o porto de recreio de Oeiras e o farol do Esteiro:
às nove da manhã:apetecia mesmo era ir para o Guincho tirar fotografias! sniff...

15 novembro 2006

Que lindo dia!

Às 12 e 20...

Às 12 e 40...

não, aquilo não é o sol, é mesmo o candeeiro reflectido no vidro que é a única maneira de se conseguir trabalhar com esta escuridão...

(desculpem a qualidade das fotos mas ainda não tenho máquina fotográfica.. estas são mesmo do telemóvel)