18 setembro 2018

Namíbia - Harnas Wildlife Foundation

Pois é... Este ano decidimos ir três semanas à Namíbia.
O primeiro lodge onde ficámos, pertence à Harnas Wildlife Foundation, situada a Nordeste de Windhoek, capital do país.
Os seus fundadores estabeleceram o objectivo de cuidar e proteger a vida selvagem doente, ferida, negligenciada, abusada e abandonada na Namíbia. Além disso, esta instituição promove o ensino dos mais jovens e o atendimento médico da população local, na região de Gobabis.
Sendo financiada exclusivamente pelo patrocínio privado de animais, doações, turismo e de um programa de voluntariado, tem desenvolvido ao longo dos últimos trinta anos um refúgio verdadeiramente eficaz para animais de alguma forma fragilizados.
Nos quase 3.700 hectares que possuí, vivem animais selvagens tão livres quanto possível, mas também tão protegidos quanto necessário. Embora algumas espécies estejam, pela sua própria natureza, em espaços de grande dimensão mas confinados, um passeio a pé ou de carro permite o contacto com uma multiplicidade de animais em liberdade, que em nada difere do que acontece fora da reserva. 
Sempre que possível, a reabilitação está aliada à reintrodução dos animais na natureza: http://harnas.org/

11 setembro 2018

Dia do Vinho do Porto

No passado dia 10 de Setembro, o Dia do Vinho do Porto foi comemorado de uma forma muito especial...
Organizou-se uma regata de Barcos Rabelos em pleno coração do Douro Vinhateiro.
Estiveram presentes 12 embarcações e, embora não
tivesse ocorrido uma competição propriamente dita já que o vento não ajudou,
proporcionaram um espectáculo realmente bonito e inédito, já que há 65 anos que nenhum Rabelo subia o rio Douro até aquelas paragens.
Fotografias gentilmente cedidas por MJAL

01 setembro 2018

O Bugio ao pôr do sol


Tinham-me dito que nas praias de São João da Caparica se viam uns pôr-do-sol bonitos. Há dias calhou vir de Sul perto dessa hora e fui espreitar.
O sol estava a pôr-se entre o farol do Bugio e o forte de São Julião da Barra, com Cascais ao fundo,

quase como se assinalasse a entrada da barra aos navios que chegavam.

As dunas e o mar com a luz do fim do dia também estavam com umas cores bonitas.

E daqui a uns tempos volto lá para ver o sol a pôr-se mesmo atrás do Bugio.

20 agosto 2018

Victoria Falls: chegada às cataratas


Depois do passeio pelo Botswana chegava a altura de irmos visitar as Cataratas de Victoria, ou Mosi oa Tunya que significa "o fumo que troveja".
O primeiro desafio era atravessar a fronteira entre o Botswana e o Zimbabwe, o que com a confusão de camiões não parecia fácil.


Mas afinal o que gerava os engarrafamentos eram mesmo os camiões e autocarros cheios de turistas e as pessoas como eu que entretanto perceberam que não iam poder levantar dinheiro no Zimbabwe (simplesmente porque não havia...) e que ali se podia pagar o visto com o cartão de crédito o que era um processo mais lento do que simplesmente entregar os 30 dólares.
Mas no fim de contas demorámos bastante menos do que as 2 horas previstas.
E achei interessante a "parceria" entre o Zimbabwe e a Zambia que permite tirar um visto válido para os dois países. Fiquei depois a saber que mesmo sem o visto duplo, em Victoria Falls há um acordo de fronteira que permite a quem esteja na Zambia, o lado menos interessante das cataratas, dar um pulinho ao Zimbabwe durante uma hora.


Mais uma hora de viagem e fomos já almoçar em Victoria Falls, uma vilazinha bem conservada, dominada pelo troar da água a cair. Largámos a bagagem no hotel, confirmaram-nos que não seria necessário levar protecção para a poalha de água (e se fosse preciso o guia da visita equipava-nos com ponchos) e seguimos para o centro de interpretação onde nos foi dada informação sobre as cataratas: ficámos assim a saber que são a maior queda de água do mundo (107 m de desnível) e uma das mais importantes em largura (1,7 km) e caudal (1,1 mil m3/s, em média).
Entrámos pela "floresta de chuva" (rain forest) e o som da água a cair ia crescendo, até que chegámos à primeira paragem onde tínhamos uma primeira visão das cataratas.


Lindas! Era uma visão (e um som) de cortar a respiração, mesmo estando já na segunda quinzena de Agosto e por isso já no fim da época seca (dizem que não se deve ir no fim da época das chuvas porque com a poalha de água não se vê mesmo nada das cataratas, além de se ficar molhado até aos ossos).

Na margem direita daquela parede de água estava a queda de água com maior caudal: a Devil's cataract. Dizem que será aqui que ficará a futura parede de Victoria Falls, mas essa explicação virá numa próxima publicação.

E depois os quase 2 km de quedas de água.


(continua)

03 agosto 2018

Um passeio no Botswana - o último dia: passeio no rio ao pôr do sol


O último passeio agendado no Botswana era um "cruzeiro" ao pôr do sol. No pequeno porto, os barcos destinados a estes passeios eram mais que muitos. O que se justifica porque num passeio de barco é possível, não só aproximarmo-nos bastante dos animais, mas também vê-los de frente a beber água.
Como esta manada de cudos que não se incomodaram (como de costume aqui) com a nossa presença.


O guia era fanático de crocodilos, deve-nos ter mostrado umas dezenas. Este estava bonito com a boca bem aberta e iluminado pela luz do fim de dia.

Os elefantes eram mais que muitos, confirmando que só gostam de andar por ali ao fim do dia. Deliciando-nos com imagens pouco usuais

ou com simpáticas cenas familiares.

O barco também nos permitiu chegar perto da ilha que esteve em disputa entre o Botswana e a Namíbia e onde agora ondula a bandeira do Botswana.

As pastagens das férteis terras da ilha são muito apreciadas pelos búfalos. Este, pela quantidade de "empregados", devia ser o chefe da manada ;)

E pronto, assistimos ao previsto pôr do sol e despedimo-nos do Botswana.

No dia seguinte partíamos para o Zimbabué e para as fabulosas cataratas de Victoria Falls...

29 julho 2018

Um passeio no Botswana - o último dia: nascer do dia no Chobe


No último dia do Botswana estava incluído um safari ao nascer do sol. O rio Chobe estava bonito mas o safari era o caos com uns 30 carros de safari todos a verem o nascer do sol. E quando apareceram 3 leoas no meio do mato então foi a confusão total com os carros quase à bulha para ver quem se aproximava mais.
Havia alguns hipopótamos, não tantos como na véspera, mas estes dois eram engraçados.


De novo conseguíamos chegar ao pé dos animais: apesar de as galinhas do mato serem bastante tontas nunca tinha visto uma tão perto.

Elefantes: zero! Só pensava que ainda bem que tinha ido fazer o safari de fim do dia na véspera.

A parte mais interessante foi ter visto uma águia pesqueira a alimentar a cria.

Aliás esta zona era um paraíso para as águias pesqueiras. Nesta o engraçado é ter uma companhia improvável.

E no fim tivemos como "brinde" a abetarda-de-kori (Ardeotis kori), a maior ave voadora de África e a ave "oficial" da Namíbia (com o rolieiro de peito lilás).

(continua...)

21 julho 2018

Marina (s) do Parque das Nações

Se estivermos na Marina do Parque das Nações em funcionamento, temos esta panorâmica.
Não são muitos, mas são alguns. Nunca houve empenho dos responsáveis para que houvesse dinâmica empresarial suficiente para criar mais movimento, quer na marina, quer em toda a envolvente...
No entanto, mesmo ao lado, há outra marina (ou a continuação da primeira, se preferirem) onde o espectáculo é algo bizarro. Com maré cheia, ainda disfarça um bocado, embora muito pouco, mas,
com a maré vazia, parece que estamos num qualquer lugar destinado a ser apagado do mapa. Reconversão urgente, precisa-se! A não ser, que seja mesmo para arrasar...