23 junho 2018

As Lagoas de Quiaios

Situadas nas «Matas Nacionais», existem três lagoas, facilmente acessíveis, que podem passar despercebidas, mas que vale a pena visitar, não só pela surpreendente dimensão das massas de água que as constituem, como também pela abundante vegetação que as rodeia e que proporcionam um enquadramento bastante bonito.
Lagoa da Braças, também conhecida pela Lagoa das Três Braças, situada mais a Sul.
Lagoa da Vela, que é a maior e mais interessante, segundo os entendidos, para a observação de aves.
Lagoa da Salgueira, também conhecida por Lagoa da Tocha, é a que se situa mais a Norte, sendo a mais pequena das três.

13 junho 2018

Quando a Terra arde...

A Este de Quiaios, no Verão passado,
a floresta, assente há muito naquelas areias, ficou neste estado...
Apesar do infortúnio, existe uma "beleza" na paisagem
que acaba por nos surpreender.
As árvores, algumas, insistem em renascer!

27 maio 2018

Um safari no Botswana - 9º dia: Makgadikgadi pans


(clique na imagem para ampliar)
Saímos de Maun, desta vez definitivamente, em direcção a Nata onde iríamos ficar uma noite para poder visitar os Makgadikgadi pans. Que são o que resta de um enorme lago interior, o lago Makgadikgadi, que agora não é mais do que um grande conjunto de "pans", ou seja lagos mais pequenos, separados por faixas desérticas, e que em muitos casos só têm água numa parte do ano. Já tínhamos atravessado um bocadinho desta imensa planície salgada no 2º dia, quando fomos do Santuário Khama Rhino até Maun, na estrada que contorna os "pans" por Sul e Poente (e que é também a que separa os "pans" do Kalahari Central).
Pelo caminho tivemos sorte: pouco depois de passarmos por Gweta tivemos que fazer um desvio porque a estrada estava alagada e demos com este grande grupo de flamingos.


Ao fim da tarde saímos para visitar o Santuário para a Avifauna de Nata que se localiza na zona Nordeste do Sua Pan, o maior dos Makgadikgadi pans, com quase 5 mil km2. A época do ano não era a melhor dado que os diversos guias dizem que nesta zona existe muito pouca vida selvagem na época seca devido a apenas existir água salgada mas que depois das chuvas este é um habitat importante para as espécies migradoras, incluindo zebras, bois-cavalos, os predadores que os perseguem e, sobretudo, para as aves migratórias com destaque para as várias espécies de flamingos (o Sua Pan é um dos locais mais importantes em África para a reprodução dos flamingos rosas (Phoenicopterus roseus), tendo também alguma importância para a reprodução do flamingo-pequeno (Phoenicopterus minor)).

De onde em onde viam-se alguns bandos de aves cruzando o céu mas as primeiras que vimos mais de perto, depois de entrar no santuário, foi este bando de avestruzes. Que não foram fáceis de fotografar porque, apesar de não estarem a "enterrar a cabeça na areia", estavam sempre de cabeça baixa e por isso escondida pelas ervas.

Seguindo até à borda do Sua Pan fomos vendo, nalguns dos lagos mais pequenos, alguns flamingos, ao longe, uns pelicanos, mais perto,

e finalmente, quando já estávamos à beira do Sua Pan, um bando de flamingos sobrevoou-nos suficientemente perto para dar fotos bonitas.

E ali ficámos, à beira de uma imensidão de água salgada, sem ondas...

para ver um bonito pôr do sol.

22 maio 2018

Um safari no Botswana - 8º dia: voando sobre o delta


E era o dia de regressarmos a Maun. Pelo caminho fomos encontrando alguma bicharada: elefantes, manguços, abetardas, galinhas do mato aos magotes, mas o mais relevante foi mesmo o voo sobre o delta que fizemos a meio da tarde.
Finalmente ficávamos com uma noção do que era o delta do Okavango, mesmo fora da época das cheias.

Um grande sistema de rios e de lagos, nalguns casos cobertos das tais "relvas flutuantes" onde se viam os sulcos dos "mokoros" e dos animais que as atravessavam.

De vez em quando víamos umas pontes de madeira, como as que tínhamos atravessado quando fomos para o acampamento,

e também elefantes a banhar-se

ou grandes manadas de búfalos nas zonas mais "terrestres".

De onde em onde havia zonas de floresta

mas o que era mesmo impressionante era a quantidade de ilhotas e canais a perder de vista.

Recomendo!

13 maio 2018

Recordando Sagres


Desta vez resolvi ir ao baú. E recuperar umas fotografias com 30 anos.
Da zona de Sagres.
Em cima e em baixo a costa do lado do Martinal.

E uma "rosa dos ventos", ou talvez um relógio solar, um círculo dividido em 48 sectores, que foi desenterrado em 1919.

E por fim a actividade da pesca,

com barquinhos bem coloridos.

05 maio 2018

Cabo Carvoeiro & Berlengas

Entre bátegas de chuva mais ou menos violentas,
o fim de tarde apresentou-se mais calmo.
As Berlengas, essas, viam-se com um nitidez fantástica.
E o mar, com uma cor entre o verde e o azul escuro, estava realmente bonito!
 Mais ao longe, o farol...

30 abril 2018

Beltane


Chegou a estação clara!
E com ela entramos num novo ciclo em que a Mãe Terra, de novo aquecida pelo retorno do Sol, palpita de vida.


Bom Beltane a todos!

23 abril 2018

Um safari no Botswana - 7º dia: e o leopardo?


Ia-me esquecendo dele, o que seria uma pena porque era bem bonito.
Demos com ele debaixo de um arbusto, completamente esparramado, devia ter comido bem.


Não nos ligou nenhuma. Em determinada altura virou-se para nós mas nem abriu os olhos.

Ali perto estava o cudo que tinha caçado, ainda pouco comido.

Como não víamos maneira de ele acordar (e ninguém se voluntariou para o fazer olhar para nós) fomos até às margens do rio Khway para fazer uma pausa para o chá.

Quando voltámos, o leopardo tinha mudado para outro poiso mas igualmente perto do local onde tinha deixado o cudo.

Desta vez estava meio acordado e até olhou para nós,

mas voltou a deitar-se e seguimos viagem.

O resto da história já sabem.

17 abril 2018

O mar do Guincho

Lisboa é uma cidade privilegiada: o mar está aqui bem perto.

E de vez em quando oferece-nos uns espectáculos maravilhosos.

Sobretudo quando há tempestades de Inverno (ou de Primavera, neste caso).