Numa das principais avenidas da cidade da Beira.
(foto tirada em 2001)
milha náutica = 1852 m = um minuto de arco de meridiano
uma das formas de medir o mundo!
distâncias de viagens...
Há dois mil anos, junto à margem do rio Sever, nasceu uma cidade que viria a tornar-se o mais notável vestígio da romanização do nordeste alentejano. Os romanos deram-lhe o nome de Ammaia. A importância crescente do aglomerado, levou o Imperador Cláudio I a elevá-lo a civitas. Na segunda metade do séc I d.C. obteve ainda o estatuto de municipium, sendo-lhe atribuída a administração de um vasto território. As escavações arqueológicas foram iniciadas em 1995.
(nas fotos, de cima para baixo: a albufeira de Fratel no rio Tejo, Fonte da Vila em Castelo de Vide e antigas termas da Fadagosa de Marvão)
Pontos Fracos
Oportunidades
(nas fotos, de cima para baixo: criação de cavalos junto à albufeira do Maranhão, uma "planta de café" na festa de Campo Maior e Marvão visto das ruínas da Ammaia)
Apostar no Futuro
(fotos, de cima para baixo: olivais em Ouguela, "depósitos" das águas de Castelo de Vide, Centro de apoio à criação de empresas em Fronteira)
Tirado do site do Ifremer (o instituto de investigação francês para o mar) que vale a pena visitar em: http://www.ifremer.fr/
Panorâmica a partir do Pico de S. Bartolomeu
Lagoa do Fogo
Entrada do Parque Terra Nostra
Queda de água ferrosa, a caminho da vila da Ribeira Quente
Ananás
Tabaco a secar
com um pôr do sol lindo...
Com o apoio
da Câmara Municipal e do Museu Marítimo de Ílhavo, a "Cavalo de Ferro" reeditou em Março deste ano, "A Campanha do Argus", escrito por Alan Villiers. Este repórter australiano da National Geographic Magazine, deu a conhecer ao mundo, em 1951, a pesca do bacalhau feita por homens e navios portugueses. Este é, seguramente, um dos relatos mais brilhantes efectuado sobre a segunda maior epopeia marítima em que o povo português esteve envolvido, depois dos descobrimentos. Como alguém já disse, estamos perante um verdadeiro clássico da literatura marítima mundial. Até sempre "Frota Branca"... obrigado "Cavalo de Ferro"!
Pontos Fortes
Pontos Fracos
(nas fotos: o centro de Redondo e margens da albufeira de Alqueva próximo de Reguengos)
Oportunidades
(nas fotos: o centro de Arraiolos e montado e olival próximo desta localidade)
Apostar no Futuro
Situado na cidade de Ponta Delgada, o Jardim José do Canto é um dos últimos grandes jardins botânicos privados, plantados no séc. XIX em S. Miguel.
José do Canto, uma das grandes figuras culturais da época, cuja estátua de bronze de autoria do escultor açoreano Francisco X. Costa, acolhe os visitantes, iniciou a sua plantação a partir de 1840, em terras que tinham passado de geração em geração na família, desde o séc. XV. Aumentou constantemente o projecto original do parque - de autoria do arquitecto David Mocatta, importando ao longo de meio século, espécies de todo o mundo.
Foi considerado por alguns visitantes o maior jardim botânico da Europa. Tal era, por exemplo, a opinião de E. Goeze, Director Alemão do Jardim da Universidade de Coimbra que, tendo vindo a S. Miguel para recolher plantas, escreveu no seu relatório: "O Jardim do Sr. José do Canto é inquestionavelmente o mais rico de todos, tendo mais de 3.000 espécies. Nenhum dos jardins privados que conhecemos na Europa lhe pode ser comparado." O jardim, cuja vida atravessou 3 séculos, transformou-se numa verdadeira obra de arte natural.
A respeito deste ilustre açoreano, também há a referir que, José do Canto, reuniu uma das melhores camonianas a nível mundial, de há muito guardadas na Biblioteca Pública de Ponta Delgada. Ele e sua mulher, D. Guilhermina Taveira, estão sepultados no extremo Norte da Lagoa das Furnas, na capela gótica de Nossa Senhora das Vitórias.