Içámos as velas,
e o Creoula regressou a Lisboa.
milha náutica = 1852 m = um minuto de arco de meridiano
uma das formas de medir o mundo!
distâncias de viagens...
O ilhéu "em pé" que, juntamente com o ilhéu "deitado", guarda a entrada do porto da Madalena, na ilha do Pico.
A cascata do Arado, perto de Ermidas, numa atmosfera digna do Imbolc.
E a albufeira da Caniçada no rio Cávado, vendo-se ao fundo o vale do rio Gerês.
Panteão dos Bragança / S. Vicente de Fora
Esta é a segunda festividade do ano celta. Está a ocorrer o nascimento e o período de lactação das ovelhas… está na hora de se lançar luz sobre a escuridão e festejarmos o Imbolc! Vamos celebrar o aparecimento dos primeiros estímulos da Primavera no interior da Mãe Terra. Embora ainda esteja frio, os pequenos e mais resistentes sinais de vida na Natureza começam novamente a aparecer ... é, sem dúvida, uma ocasião única de nos prepararmos para a vida quando, pela primeira vez no ano, uma centelha de luz penetra na escuridão do Inverno. A todos os que, pela noite dentro, sintam a renovação a voltar, um excelente Imbolc!
A igreja teve a sua primeira pedra logo a 21 de Novembro e, ao longo do tempo, acabou por ser construído um mosteiro que foi crescendo de terras, de rendas, de esmolas, de influência e prestígio.
No terceiro quartel do século XVI, antes da perda da independência de Portugal (1580), o edifício de S. Vicente estava velho e degradado e ameaçava ruína, apesar das constantes obras que se lhe fizeram nos tempos de D. João III e de D. Sebastião.
Em 1590, Filipe II de Espanha na altura a reinar também em Portugal, nomeia Filipe Terzi, arquitecto italiano, mestre das obras reais de S. Vicente, tendo em vista a recuperação do templo. As obras prolongam-se por todo o século XVII e, S. Vicente de Fora foi aparecendo, pouco a pouco, como um templo esplendoroso, da mais pura Renascença, construído com calcários brancos que mais parecem mármore, arrancados às pedreiras de Alcântara e do sítio de S. Vicente.
Enviaram-me esta imagem por correio electrónico. Não sei grande coisa sobre ela, a não ser que pretende ser uma simulação feita em computador, sobre os efeitos de uma eventual subida do nível das águas, mas não dizem de quantos metros. Segundo a referida mensagem, este poderá ser o cenário da região centro de Portugal em 2100...
Construída em 1908/1909, e ligando as margens do Tejo entre a Chamusca e a Golegã, veio substituir as "barcas de passagem" do rio e dar grande impulso ao desenvolvimento desta região.
A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo patrono de Lisboa, S. Vicente.
Para melhorar a defesa de Lisboa, o rei Dom João II desenhou um plano que consistia na formação de uma defesa constituída por três fortalezas junto do estuário do Tejo. A ideia era formar um triângulo, sendo que em cada ângulo se construiria uma fortaleza: o baluarte de Cascais no lado direito da costa, a de S. Sebastião da Caparica no lado esquerdo e a Torre de Belém na água, já mandada construir por D. Manuel I.
O arquitecto da obra foi Francisco de Arruda, que iniciou a construção em 1514 e a finalizou em 1520. Como símbolo de prestígio real, a decoração ostenta a iconologia própria do Manuelino, conjugada com elementos naturalistas.
Foto cedida por MCSA
na costa Oeste de Porto Santo...