Já estive várias vezes na Gare Marítima de Alcântara mas nunca me tinha ocorrido fotografar os painéis de Almada Negreiros. Talvez por habitualmente estar no átrio mais ao fim do dia? Mas desta vez não estava muita gente, e a luz era boa, de maneira que consegui fotografá-los.
E deixo aqui a Lenda da "Nau Catrineta, que traz muito que contar"
contada pelo "cancioneiro popular" e fabulosamente ilustrada por Almada Negreiros. (clique na foto abaixo para ampliar)
Ao lado, está a lenda de D. Fuas Roupinho e do Milagre da Nazaré,
só não percebi porque é que o D. Fuas é o "1º Almirante da Esquadra do Tejo". (clique na foto abaixo para ampliar)
A subir a rampa que leva ao edifício principal demos com este enorme "monstro marinho" que simboliza a "monstruosidade" que é o lixo marinho.
Os tanques "abertos", que representam os Oceanos, são também muito divertidos. No habitat Atlântico os papagaios do mar andavam entretidos a tomar conta de alguns juvnenis.
As andorinhas do mar inca, do habitat Antártico eram bem difíceis de fotografar porque voavam e mergulhavam. Finalmente houve uma que resolveu poisar e consegui captá-la.
Já os pinguins de Magalhães eram bem mais sossegados na sua vida familiar.
E as lontras claro são sempre um entretenimento. Agora são só duas e não paravam de disputar dois brinquedos.
Por fim, e ainda relacionada com o lixo marinho, estava esta exposição com alguns bonecos bem engraçados feitos de lixo
Já há algum tempo que não passava por lá... E quando uns amigos, de visita a Portugal, queriam conhecer Lisboa, lembrei-me que o Oceanário seria um excelente "aperitivo" para a visita. E lá fomos. Sendo sábado, e não tendo comprado previamente os bilhetes, havia o risco de apanhar uma grande fila à entrada mas, como ainda era relativamente cedo, correu bem.
Começámos a visita pelas Florestas Submersas que continuam lindas, embora não pudessemos tirar partido daquela atmosfera relaxante face ao número de visitantes (sábado de manhã...).
Os peixinhos são menos espectaculares que os dos tanques de água salgada mas têm alguma piada, sobretudo quando os apanhamos a roer algumas das algas.
Os "sons da floresta e dos seus animais" estão desligados, por razões de "segurança", mas podemos sempre ver as "ilustrações" sobre os bens e serviços que retiramos dos ecossistemas florestais,
tal como os "globos" que nos ajudam a identificar os peixes.
No corredor de saída gastámos algum tempo com os vídeos que mostram a construção da exposição e seguimos para a atmosfera "imersiva" do fantástico filme "The One", que vimos duas vezes: aparentemente tem menos interessados do que os aquários.