13 julho 2007

Moinho na Apúlia

11 comentários:

voz do vento disse...

é curioso ver estes moinhos ao longo da costa de Esposende, ali mesmo junto ao mar

garina do mar disse...

pois... em cima das dunas!!

voz do vento disse...

na altura em que se construiram os moinhos, as dunas não deviam ser prioridade

garina do mar disse...

provavelmente nem estariam em erosão...
e é verdade que agora são um símbolo da Apúlia!! é pena não poderem ser aproveitados para fins públicos

nautilus disse...

Os moinhos da Apúlia são bem bonitos, todos de pedra. Há uma série deles por cima da duna. O que fazia sentido: deve ser o único local alto aqui na zona.

30 metros atrás de ti, está um óptimo restaurante: o Camelo da Apulia. O arroz de robalo é uma delícia.

joão marinheiro disse...

Voz do Vento, na altura q se construiram os moinhos de Apulia, as dunas eram prioridade pertenciam aos sargaceiros que ali estendiam o sargaço em mantas a secar. Os moinhos faziam parte do ciclo do pão dos agricultores pescadores de apulia e Fonte-boa estes ainda tem a praia de Sedovem a norte dos moinhos. na altura não existia a erosão que existe hoje por culpa do home, as barragem que travam o livre transito das areias a desenfreada extração na foz do cavado durante anos etc etc. a natureza não está contra nós nos é q estamos contra ela. pena que os moinhos sejam casas de ferias agora e a mim pessoalmente só me fique a memoria dos ver a moer. ( para que saibas faço ainda hoje velas de moinhos de vento, o ultimo recuperado e a funcionar está em Sãp Pedro de Rates)
abraços

nautilus disse...

Caro João Marinheiro,
Muito interessante saber que ainda se fazem velas de moinhos. É da maneira que não desaprecem de vez.

O ano passado visitei o Moinho do Marinheiro em Montedor (e publiquei aqui um artigo sobre ele), que será o úlitmo de velas de madeira, e estive a ver como funcionava. Por acaso não seria da sua família? Estava lá um dos anteriores proprietários que é quem o faz funcionar e explica tudo muito bem.

voz do vento disse...

João Marinheiro, ao dizer que não deviam ser prioridade, só queria dizer que ainda não deveria haver erosão e que portanto na época, fazia sentido construir os moinhos naquele sítio. Fico contente de ainda existir quem faça velas de mionhos de vento. Abraço

A VER NAVIOS disse...

O mundo é muito pequeno.
Na sexta-feira passada, por acaso,numa reunião de um projecto em que ambos estamos envolvidos, por motivos diferentes, sem sabermos e sem nos conhecermos,pelas suas palavras, desconfiei e perguntei-lhe directamente quem era. Pura e simplesmente respondeu-me: Eu sou o João Marinheiro.
Só digo que é um homem do Norte.

garina do mar disse...

isso que é do Norte já sabemos!! o João Marinheiro diz que é do Minho!!

mas de facto o mundo é pequenino...

agora também é estranha a coincidência de que o Nautilus falou... um João Marinheiro que faz velas de moinhos e um moinho chamado Moinho do Marinheiro!

A VER NAVIOS disse...

Mais não sei. A reunião foi curta.
Sei que é um entusiasta das embarcações tradicionais portuguesas, da Galiza e dos moinhos de vento e é proprietário de uma lancha poveira, que virá por mar da Póvoa para Aveiro em breve.
Muito próximamente devo saber mais e depois digo;):)