05 junho 2011

Mamoa do Batateiro

Uma mamoa, é um montículo artificial que envolve um dólmen, cobrindo-o completamente.
No planalto de Castro Laboreiro existem muitas e nesta, chamada "do Batateiro", foi removida a cobertura de terra, tendo a anta ficado exposta.
Pensa-se que a forte ligação com a Mãe Terra, enquanto entidade protectora dos povos, está na origem destes monumentos.
Outros tempos, em que o "mágico", a natureza e os homens conviviam em perfeita harmonia!

02 junho 2011

A caminho da Ponta do Pargo

A costa poente da ilha da Madeira é consideravelmente escarpada (em cima o troço a norte da Ponta do Pargo), vendo-se um mar muito transparente lá em baixo.
Para vencer o desnível e poder aproveitar os terrenos agrícolas das fajãs, foi construído o teleférico das Achadas da Cruz (na fotografia vêem-se os cabos e a plataforma de chegada à fajã).
E, na Ponta do Pargo, localiza-se o farol com o mesmo nome. Apesar de decidida a sua construção no "Plano Geral de Alumiamento e Balizagem de 1883, o projecto do farol só foi elaborado em 1911 e a sua construção e equipamento veio a atrasar-se devido à Iª Grande Guerra, tendo entrado em funcionamento a 5 de Junho de 1922.
Latitude 32º 48,62' N
Longitude 17º 15,54' W
Principais características:
Altura: 14 m
Altitude: 312 m
Alcance: 26 M
Luz: Fl (3) W 20 s
No Expresso encontrei esta página interactiva sobre os faróis portugueses

27 maio 2011

Na "maré"

Na zona que o mar cobre e descobre com a variação das marés descobrem-se coisas lindas, em especial nas pocinhas de água que se formam sobre as rochas:
algas coloridas, burriés "a namorar",
efeitos especiais, provocados por alguma gota de água que caiu de uma rocha mais alta,
ou pelo vento na superfície da água,
ou ainda, verdadeiras pinceladas feitas por algas incrustantes que cobrem os outros seres vivos.

20 maio 2011

Para um regresso ao Mar

No dia da chegada de Vasco da Gama à Índia, dia da Marinha e dia Europeu do Mar, aqui fica uma "receita" para criar, em Portugal, novos marinheiros, novos interessados pelo mar.
Pegue-se numa praia, numa dúzia de embar- cações de vela ligeira e numa dezena de caiaques.
Coloque-se nessa praia um equipamento amovível com uma área de apoio "burocrático" e onde existem vestiários e cacifos.
E que, já agora, dê para armazenar durante a noite, coletes, fatos, remos e velas.
E está pronto para que, com um ou dois monitores, se possa ter uma aula de iniciação ou aperfeiçoamento, ou se possa alugar uma embarcações à hora, ou durante uma manhã, uma tarde ou um dia inteiro!
E assim deixa de ser necessário ter um barquito, mais o sítio para o armazenar e o reboque para o transportar, para se poder ser velejador ou "canoista".
Se na Bretanha, com o clima "simpático" que têm, isto é um sucesso, imaginem cá.
Em França estas coisas são às dezenas, e mais, pode-se comprar senhas que são usadas em qualquer um destes Point Passion Plage.

12 maio 2011

Espigueiros de Portugal

Servem não só para a secagem das espigas de milho e outros cereais, protegendo-os dos ataques dos animais roedores, como também são utilizados como arrecadação, sendo normalmente construídos em granito, com portas em madeira.
Cada exemplar apoia-se em vários pilares, cujos topos têm uma espécie de mesa (mó), onde assenta a construção propriamente dita, o canastro, com as suas fendas de ventilação.
Como cobertura, têm duas lajes de granito unidas em ângulo obtuso, tendo quase sempre cruzes protectoras nos vértices.
Os espigueiros são parte integrante da paisagem do Minho. Embora os possamos encontrar noutras partes da Península Ibérica, como na Galiza por exemplo, em Portugal, os espigueiros do Soajo e Lindoso são verdadeiramente um ex-líbris da região.
Os do Soajo fazem parte de uma eira comunitária, constituída por 24 estruturas, todas em pedra e assentes num afloramento granítico. O mais antigo data de 1782.
No Lindoso, junto ao castelo, erguem-se mais de 50 espigueiros, construídos entre os séculos XVIII e XIX. Verdadeiramente espectacular!

05 maio 2011

Pôr do sol em São Torpes

Há dias tive que ir a Sines...
E apesar de o dia não estar fantástico, não podia deixar de ir a São Torpes fotografar o pôr do sol!
E já que ali estava, ainda fui provar um robalinho a um daqueles simpáticos restaurantes junto ao mar.

30 abril 2011

17 abril 2011

Calçada de Alpajares


Acompanha, a diversos níveis, a ribeira de Mosteiro, mostrando encostas de xisto pontuadas de giesta, e paredes, também de xisto, onde a água escorre alimentando os líquens.
Passa junto à ribeira que corre célere por entre as pedras,
sobe até cumeadas onde "gigantes" construíram muralhas de pedra
e mostra-nos arcos de pedra, dobrados unicamente pela força da natureza.

09 abril 2011

Ribeira do Mosteiro


Corre
encaixada
nas arribas
de Poiares,
no Parque
Natural
do Douro
Internacional















Nesta altura do ano está cheia de água e permite imagens lindas!




Desta vez o passeio fez parte de um "Foto tour" com o fotógrafo de natureza João Nunes da Silva

Extracto do mapa do Parque Natural do Douro Internacional (ICNB):

02 abril 2011

As salinas de Aveiro

Vista aérea das salinas Salinas ao longe
in "Aveiro e o seu Distrito" - N.º 23/25 - 1977/1978
"O Plano do Vouga" - Ferreira Jacob