06 dezembro 2009

Floresta e cascatas

No Parque Natural Obô.




São Nicolau











e Bombaim
e um corte de estrada para animar o passeio...

01 dezembro 2009

Cumprir Portugal!

Fazem hoje 369 anos que muitos quiseram a independência. A nós, tal como dizia o poeta, só nos falta cumprir Portugal!
in capa do livro "O Último Conjurado" de Isabel Ricardo Amaral - Carlos Silva sobre estampa de Roque Gameiro

27 novembro 2009

"Há vidas mais baratas..."

... mas não são tão boas!"
A "miúda" mandou estas fotos com este recado.
Mas não nos autorizou a revelar onde anda a passear desta vez...

23 novembro 2009

Um passeio na Bretanha: a península de Crozon

O 6 do mapa é uma península curiosa, porque é uma península com várias penínsulas.
Entre duas delas, numa enseada virada a Norte e protegida por uma torre Vauban e pela igreja de Notre Dame de Rocamadour, localiza-se Camaret-sur-Mer, com uma marginal de casas coloridas. Também é curiosa a forma como "arrumam" os Optimists ao fim do dia.
Da ponta de Toulinguet (com acesso vedado por ser domínio militar) vê-se a ponta de Penhir.
E desta vê-se a ponta de Toulinguet, os rochedos que a prolongam mar adentro e, ao fundo, a ponta de Saint Mathieu que já mostrámos por aqui.
Um pouco mais para sul, localiza-se a ponta de Dinan, com o seu "falso castelo"
E já a caminho do cabo de la Chèvre, a praia de La Palud é famosa pelo seu cordão dunar e as ondas para surf.
Há mais sítios bonitos por ali, como a praia de Morgat e os alinhamentos de Penhir e mais umas aldeias de pedra muito bem conservadas. Mas só deu para fotografar nos intervalos da "condensação"...

14 novembro 2009

Almádena e Boca do Rio

A poente da ponta de Almádena (ao fundo), fica a praia da Boca do Rio, na foz da ribeira de Budens.
Sobre a praia localiza-se o forte da Boca do Rio, ou de São Luis de Almádena, mandado construir, no início do século XVII, por D. Luís de Sousa, conde de Prado e Governador do Algarve, sobre as ruínas de um antigo castelo medieval (www.monumentos.pt).
A poente da praia existe um conjunto de ruínas lusitano-romanas, parcialmente visíveis no areal, parcialmente subterradas, estando algumas estruturas expostas no Museu Regional de Lagos.
Outra ruína é esta estranha construção de betão, inacabada, localizada na base da Ponta de Almádena. Um passeio marginal? um cais de acostagem?

05 novembro 2009

Burgau e arredores

Fim de tarde
Lua cheia
A caminho da praia dos Rebolos
Praia dos Rebolos e Ponta da Almádena

31 outubro 2009

Samhain

A ribeira d'Argent, em Huelgoat, corre serenamente na floresta, mas, de repente, precipita-se
e desaparece debaixo de um caos de blocos, durante mais de 150 metros
para depois reaparecer, a caminho do "espelho das fadas"
Será uma passagem para o Sid? Cabe a cada um de nós descobrir...
A estação clara dá agora lugar à estação escura e a um novo ano que começa. Feliz Ano Novo

26 outubro 2009

Eduardo de Noronha, escritor e jornalista

Faz hoje 150 anos que nasceu Eduardo de Noronha, escritor e jornalista, de quem já mostrámos aqui alguns livros. Na sua carreira de militar em Moçambique, elaborou e desenhou, em 1894, este "Esboço da carta do distrito de Lourenço Marques".
Pequena nota biográfica
José Eduardo Alves de Noronha, nasceu em Lisboa a 26 de Outubro de 1859.
Foi autor de mais de uma centena de obras, na maioria, romances históricos e biografias e algumas monografias, como (cronologicamente): O Distrito de Lourenço Marques e a África do Sul, a História das Touradas, José do Telhado e José do Telhado em África, A Ambição d'um Rei, No Brasil - Uma Epopeia Marítima, O Herói de Chaimite - Mousinho de Albuquerque, Da Madeira ao Alto Zambeze e Do Minho ao Algarve (escolhidos em concurso para prémio aos alunos das escolas primárias; foi o primeiro livro de Ferreira de Castro), O Último Marquês de Nisa, À Porta da Havanesa, O Conde de Farrobo e a sua Época, Estroinas e Estroinices, O Remexido, Pina Manique, O Rei Marinheiro (D. Luis I), Afonso de Albuquerque, História de Portugal para os Pequeninos, Mousinho de Albuquerque e Augusto de Castilho.
Na sua carreira de jornalista Eduardo de Noronha foi redactor do “Novidades”, convidado em 1895, por Emídio Navarro, colaborador do Jornal de Notícias, desde 1897, tendo-se responsabilizado, a partir de 1929, pelas colunas Cartas de Lisboa e Revista Internacional, colaborador do Diário de Notícias, desde 1903, como crítico de teatro, iniciando, em 1906, as funções de redactor que desempenhou até 1923, director literário de “Os Serões” em 1909 e 1910 e ainda colaborador do Século e de outras publicações.
Para saber mais sobre Eduardo de Noronha e o ano de comemorações veja http://eduardodenoronha.blogspot.com.

19 outubro 2009

Porto de pesca da Caloura

Já o tínhamos mostrado aqui. Fica na ilha de São Miguel, no concelho de Lagoa.
Foi entretanto remodelado, com a construção de mais uns cais, mas esta remodelação, no entanto, parece não ser do agrado dos pescadores locais, dado que veio reduzir a área do plano de água sem ter aumentado a protecção contra a ondulação de Sul.

05 outubro 2009

Um passeio na Bretanha: o "porto museu" de Douarnenez

Na ria de Port Rhu, que limita Douarnenez por Oeste localiza-se o Port musée. A exposição "em terra", sob o lema do "nosso" Torga "L'Universel? C'est le local sans les murs" aborda as "sociedades e as culturas marítimas na Bretanha e no Mundo", através de 200 embarcações e 5 000 objectos, analisando as razões que os faz serem a expressão da identidade de uma terra ou de um povo.
Na exposição "flutuante" podem visitar-se, por fora e por dentro, uma embarcação de extracção e transporte de areias, um lagosteiro bretão, uma barcaça do Tamisa e um rebocador a vapor britânico, que incluem apresentações de som e imagem.
Na margem esquerda da ria localiza-se o barco-farol Scarweather, a primeira aquisição do "porto museu".
Para além do "porto museu", a ria é também muito procurada para abrigo da navegação de recreio. Para além do estacionamento a montante e jusante da ponte, existe ainda um porto de recreio em Tréboul que dispõe de 60 lugares para visitantes.
A embocadura de Port Rhu é protegida pela ilha Tristan, que tem acesso em maré baixa.

21 setembro 2009

O "castelo dos mouros", em Sintra

O castelo dos Mouros constituía o centro de defesa e controle sobre um território vasto, essencialmente rural, no extremo ocidental do Garb al-Andaluz, o que aconteceu durante pelo menos cerca de quatro séculos, isto é, desde a sua fundação até momentos imediatamente posteriores à Reconquista. Pela sua situação geográfica e robustez, era considerado, juntamente com o castelo de Santarém, um dos principais pontos da estrutura militar da Belata - província muçulmana que corresponde mais ao menos ao Ribatejo e Estremadura.
Instalado num dos cumes sobranceiros da Serra de Sintra, numa área de “caos de blocos”, o castelo dos Mouros implanta-se sobre um forte maciço rochoso que, a Noroeste e Norte é aproveitado como defesa natural intransponível, e domina toda uma vasta região de plataformas calcárias circundantes constituídas por terrenos agrícolas.
O castelo apresenta uma planta irregular e é formado por dupla cintura de muralhas. Na muralha exterior abrem-se portas de acesso em rodísio.
A segunda cintura de muralhas inclui cinco torres, de planta quadrangular e uma circular, junto às quais existem ainda vestígios de antigas construções.
No perímetro do castelo existem vários silos árabes, actualmente bastante entulhados.
Existem duas fases distintas de construção: uma mais antiga, datada dos séculos IX-X, e uma segunda fase, que inclui a edificação de algumas das torres existentes e a ampliação do recinto amuralhado, para um grande albacar, tendo em vista a protecção da população ali concentrada, o que é confirmado pela existência de uma cisterna localizada à entrada do castelo.
Em 1147, após a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, o castelo entregou-se voluntariamente aos cristãos e D. Afonso Henriques confiou então a sua guarda a "30 povoadores" a quem concedeu privilégios através de carta de Foral.
Nos séc. XIV-XV o desenvolvimento da vila velha de Sintra, levou ao lento abandono do castelo.

14 setembro 2009

Um passeio na Bretanha: Pointe du Raz

O 4...
Desta vez vista de terra.
A Pointe du Raz, é uma área protegida "Grand Site de France" de que já falei aqui a propósito do Raz de Sein.
Indo por terra, até ao Cap Sizun, chega-se a uma grande área de estacionamento, pago, junto à "Maison du site". Neste local, para além do centro de interpretação, existe uma grande esplanada, circundada por crêperies e lojas.
No centro de interpretação existe uma exposição permanente, é exibido um filme sobre o local e as suas especificidades e pode-se apanhar um autocarro a gás que vai até ao farol/semáforo.

E assim, depois de uma óptima "gallette complète" e de uma taça de cidra (cidre brut, pois claro!), apanhámos o autocarro (também se pode ir a pé mas demora cerca de 20 minutos e o tempo era um recurso escasso).
A Pointe du Raz é daqueles sítios onde vale a pena ir, quanto mais não seja pela vista: ao fundo vê-se a ilha de Sein e a separá-los o famoso Raz de Sein, desta vez sossegado apesar do tempo farrusco.
A norte, entre esta e a Pointe de Van localiza-se a baía dos Trépassés (nome "conquistado" devido aos inúmeros naufrágios que aconteciam nesta zona)