31 outubro 2012

Samhain: Bom Ano Novo


E que esta imagem mostre que a "estação escura" também pode ser muito bela.

27 outubro 2012

Antílopes da Gorongosa (2)


Continuando com os antílopes do Parque Nacional da Gorongosa, em cima está um Imbabala (bushbuck em inglês) que existe também em grandes quantidades no Parque. E deve ser um primo do Bambi porque também tem umas manchas brancas na pelagem :)

Em baixo um casal de Changos (em ingês reedbuck), deitado no capim. É normal vê-los na zona da "casa dos leões" e a caminho do "tando".

Já os Oribi são bastante mais esquivos.

Por fim o Gondonga (só o vi em 2010), também conhecido por "vaca do mato" ou por hartebeest (em inglês) que deve ser dos "bichos" mais feios que vi por lá.


E depois ainda há o Elande, o Boi-cavalo, o Cabrito cinzento e o Cabrito vermelho que nunca vi por lá e o Cudo que apenas vi da primeira vez que lá estive.

Pois é, nem que seja por causa dos antílopes "em falta", tenho que lá voltar...

21 outubro 2012

Antílopes da Gorongosa (1)

Deveria estar nesta altura a fazer as malas para mais uma excursão a Moçambique, mas chegámos à conclusão que, como também foi um ano seco por lá, não era boa altura e adiou-se a visita.

Para enganar as saudades ficam aqui alguns dos antílopes que se podem ver no Parque Nacional da Gorongosa. E começo pelo meu preferido: a pala-pala (sable, em inglês), na foto acima.

Abaixo um inhala (nyala) macho numa zona arborizada. As fêmeas que têm uma pelagem bastante mais clara e não têm chifres andavam também por ali mas fugiram...

As impalas existem em grandes manadas no parque, felizmente sem serem a "praga" que existe no Krugger. Em cima um macho.

O inhacoso, ou "piva" (ou waterbuck, em inglês) é também um dos antílopes que existe em grande quantidade no Parque, em especial na zona do "tando".
O "tando" (abaixo) é a zona plana do vale do Rift e da envolvente do lago Urema e um dos locais mais bonitos ao fim do dia.

13 outubro 2012

Ainda o Almograve



Já depois do pôr do sol.

E no portinho da Lapa das Pombas.






27 setembro 2012

Praia de Ribeira de Ilhas

A forma curiosa da praia deve-se à existência de uma chaminé vulcânica.
Mas a praia é mesmo famosa pela sua aptidão para o surf.
Há dias quando passei por aqui eram muitos os surfistas à espera das ondas.
E apesar de não serem muito grandes ainda permitiam uns "efeitos" bonitos.

04 setembro 2012

E mais uma vez os golfinhos do Sado


Como é da praxe, fui visitar os golfinhos do Sado. Que desta vez apareceram bem depressa (andavam à pesca fora da barra) e nos mostraram fantásticas acrobacias.

Este até parecia que se estava a rebolar a rir!

E depois vieram cumprimentar-nos bem perto: este e outros passaram mesmo por baixo do catamaran.

Conseguimos ver o mais novo membro da família, que nasceu este ano e já recebeu o nome de Todi. A parte mais difícil foi fotografá-lo: só lhe consegui apanhar a ponta da barbatana.

Com a Vertigem Azul! (visitem a página, quanto mais não seja para verem as fotos fantásticas que têm por lá)

19 agosto 2012

De regresso à Baleeira, em Sesimbra


O único salmonete que vi, pouco depois de chegar ao fundo. Robalos vi bastantes, alguns em cardume de 4 ou 5, mas não fotografei.

Polvos vi três, este era lindo, grande, a mostrar os tentáculos.


Ruivo (ou cabra riscada da Arrábida) só vi este mas foi simpático: deixou-se filmar e fotografar. Mas tinha as "asas" menos azuis do que o costume. Seria velho? ele era grande...


Também havia peixe porco (normalmente aqui é costume) e estes até nem eram daqueles chatinhos: ficaram tranquilamente na fenda da rochedo.


As estrelas do mar é que deram espectáculo! Gostei especialmente do ar dengoso desta.

10,9 metros, 62 minutos. Foi fixe o 2º mergulho da época.

13 agosto 2012

Coruche visto do céu


Seguindo uma recomendação da Miúda que, inacreditavelmente, foi passear de balão e não fez aqui a reportagem, resolvi ir experimentar.

É preciso chegar bem cedo a Coruche, dado que os voos são ao nascer do sol por causa do vento.

O que permite umas imagens bonitas do casario iluminado pelo sol nascente.

Também é engraçado ver as "texturas" que a vegetação, as sombras e os trabalhos agrícolas desenham no solo.


E ver a nossa própria sombra a seguir-nos pelos campos.

É uma experiência que recomendo, pela experiência em si. Mas que não vou repetir, pelo menos neste local dado que a paisagem nem sempre é a mais bonita. Talvez um dia venha a sobrevoar as savanas africanas?