31 outubro 2010

Samhain: a passagem

para o Sid.
Os caminhos são diversos, mas sempre através da água...
Mais um ano que começa:
Feliz Ano Novo!

20 outubro 2010

Um novo golfinho no Sado


Para cumprir a "tradição", lá fui em Setembro ver os golfinhos roazes do Sado, com a Vertigem Azul.

Desta vez,
depois de um
bom bocado
a procurá-los
do lado de
fora da
restinga de Tróia,
fomos dar com
eles bem dentro
do rio

Mas com uma surpresa:
o Batalhinha, um golfinho com apenas 3 meses,

que alegremente acompanhava as evoluções dos mais velhos.

09 outubro 2010

De volta ao Promontório Sagrado

Lugar mágico e fascinante... ora envolto numa cortina de água,
ora coberto pelo manto róseo da luz do sol poente,
ou apenas desafiando os fortes ventos do Sul.

05 outubro 2010

5 de Outubro de 2010

Neste dia, em que alguns celebram um golpe militar, apoiado por uma minoria e imposto aos portugueses em 1910, prestamos aqui homenagem ao último grande herói monárquico, com dimensão verdadeiramente nacional – Henrique de Paiva Couceiro.
Oficial do Exército Português, nascido em Lisboa a 30 de Dezembro de 1861, destacou-se nas campanhas de África, quer em Angola, quer em Moçambique, tendo participado nas batalhas contra o régulo Gungunhana, sob o comando de Mouzinho de Albuquerque. Em 1907, foi nomeado Governador-geral de Angola, pelo Senhor D. Carlos, lugar que manteve até 1909.
Aquando do golpe de 1910, contava-se entre os defensores da causa monárquica, o que lhe custou a expulsão do Exército. Refugiou-se na Galiza, tendo comandado duas incursões no Norte do país, respectivamente em 1911 e 1912. Após o assassinato de Sidónio Pais em 1918, Paiva Couceiro vê novamente a oportunidade de restaurar a monarquia e, em 1919, conseguiu sublevar o território nacional que vai do Minho ao Vouga, no que se viria a chamar a Monarquia do Norte. Após mais esta tentativa frustrada, refugia-se em Madrid, voltando ao país em 1924.
Em 1935, por discordar publicamente da política ultramarina que estava a ser seguida, foi deportado, tendo voltado em Janeiro de 1937. Em Outubro do mesmo ano, dirigiu uma célebre carta ao Presidente do Conselho de Ministros sobre a mesma questão, tendo sido preso e, novamente, expulso do país. Tinha 76 anos!
Permitiram-lhe o regresso em 1939, tendo morrido em Lisboa, no dia 11 de Fevereiro de 1944. A convicção e a esperança nunca o abandonaram e perduraram até ao fim, tendo sido, curiosamente, um antigo monárquico a acabar com o seu sonho.

01 outubro 2010

Amanhecer no Tofo

Desta vez visto de uma casinha na praia...
O próximo (já não falta muito...) será no Tofinho

23 setembro 2010

17 setembro 2010

Alguns "segredos" do planalto de Castro Laboreiro

As plantas carnívoras
e as viçosas turfeiras
As inúmeras mamoas que se confundem com o relevo da paisagem
As cavidades e gravuras esculpidas nas rochas do planalto
Os "alinhamentos" de pedras ao alto que separam leiras
Estes e mais alguns que caberá a cada um (tentar) descobrir...

12 setembro 2010

No Creoula: as cores do Atlântico

De manhã acordou assim: agitado, cinzento escuro, salpicado de branco, mesmo mal humorado...
Aproveitei para adiantar trabalho, e quando subo de novo, estava lindo: agitado à mesma, mas animado, a mostrar todos os seus azuis...
De vez em quando parecia que sossegava mas, quando menos esperávamos, atiráva-nos com uma onda, irreverente...
À noite cansou-se, sossegou, como se a energia tivesse resolvido acompanhar os azuis que o sol, ao pôr-se, levou com ele...

06 setembro 2010

Barlavento Algarvio I

Fotografia gentilmente cedida por MCSA

28 agosto 2010

Mais perto da lua, no planalto de Castro Laboreiro

Depois da branda de Rodeira, já situada a mil metros de altitude, é preciso subir...

e subir...

e subir...



É verdade que, de vez em quando também se desce, afinal estamos numa zona de planalto, mas isso implica ter que subir outra vez...
Até que, por fim, chegamos à zona mais alta, onde avistamos o local previsto para o piquenique ao luar.
Após um breve descanso, e já aconchegados com um oportuno caldo verde e um delicioso sumo de flor de sabugueiro, vimo-la aparecer, bem redondinha de quase cheia, num céu ainda azul.
Só depois de a ver aparecer é que o sol decidiu retirar-se e deixar que o luar iluminasse o saboroso repasto.
Antes de descer ao povoado, com o caminho já bem iluminado pela luz de uma lua bem alta, ainda tivemos uma pequena aula de astronomia.
Dizem que muitas vezes se ouvem os lobos: a alcateia que vive ali perto. Desta vez, devido a um grupo demasiado ruidoso, foi de todo impossível. Mas recomendo o passeio. Esse e outros que a Anabela e o Pedro da Ecotura organizam, a pé ou a cavalo, na zona de Castro Laboreiro.

22 agosto 2010

As "piscinas" do rio Laboreiro

Saindo de Castro Laboreiro, deixando o castelo pelo ombro esquerdo, vai-se acompanhando o rio Laboreiro até alcançar as suas refrescantes "piscinas". Uma, "secreta", é o reino das libelinhas azuis. A outra, junto à Ponte Nova, é mais conhecida, mas nem por isso menos agradável para, com uns mergulhos gelados, enganar o calor abrasador que até por aqui, nestas serranias nortenhas, se faz sentir.

14 agosto 2010

No Creoula: mais um pôr do sol

As perspectivas eram boas: depois de um dia cinzento o sol apareceu e veio iluminar as velas
e brincar aos reflexos com o mar!
A seguir incendiou as nuvens!
E deixou de se ver...