30 abril 2010

Beltane

Invoquemos a fertilidade e a regeneração…
Excelente Beltane para todos!

23 abril 2010

Serra da Estrela

Quase Abril e neve, muita neve...

17 abril 2010

Programa das "festas"

Desta vez são só "repetições". Mas todas elas com "garantia de qualidade"!!!
Primeiro vou visitar uns aquários! E já agora, com uma praia tão boa, tomar uns banhinhos e apanhar sol...
Depois uma visita à "terrinha" e à minha praia preferida! Lá terá que ser: tomar uns banhinhos e apanhar sol...
E a seguir uns dias na selva, no Parque Nacional!! Desta vez com uma ida às cascatas! E para as horas mais quentes do dia há uma bela piscina...
De regresso à costa, uma visita à ilha do Paraíso!!
E, por fim, uma breve passagem pela capital. Com uma nota menos boa: o meu hotel preferido está em obras...

09 abril 2010

Mares do Alentejo interior

Com a albufeira de Alqueva no seu nível máximo,
o "grande lago" quase que parece um mar...
Mas bem mais insólito, é este "mar":
um mar de painéis solares!

02 abril 2010

Hipopótamos na Gorongosa


Um grupo a montante
e outro a jusante,
num dos afluentes do rio Urema.
Quando nos viram resolveram juntar-se!
O hipopótamo é uma das espécies que foi reforçada no projecto de restauração da Gorongosa.

26 março 2010

Belém

"De Santa Maria de Belém partiram navegadores e cientistas, obtendo-se assim a sabedoria da inovação, a audácia da experiência e a liberdade da descoberta. Daqui zarparam muitos que, através do seu mérito individual e da sua coragem, muitas vezes alicerçado numa visão colectiva, foram motor de desenvolvimento e de progresso da Humanidade. A procura de novos caminhos, de novos rumos e de novas epopeias levaram estes heróis, através dos séculos, a desbravar a vida, a vencer a morte e a descobrir o futuro."
in prefácio de "Belém", edição da Junta de Freguesia de Santa Maria de Belém, 2009

21 março 2010

A floresta dos druidas

O velho bosque de faias, em Kerohou (o 19 do mapa), esconde um amontoado de blocos, alguns dos quais terão servido de apoio a cerimónias ancestrais.
Sem indicações e bem difícil de encontrar, a atmosfera que se respira por ali é de mistério: a luz coada, as pedras de formas estranhas e as árvores dominando tudo.

15 março 2010

Lisboa Ribeirinha II

Postais do arquivo fotográfico da CML
Desembarque do peixe no Cais da Ribeira Nova
Canoa de bailéus e barcos de pesca no Cais da Ribeira Nova
Desembarque do carvão no Cais de Santos
Desembarque do peixe no Cais da Ribeira Nova

07 março 2010

7 Maravilhas Naturais de Portugal

Com o mote: “Se queremos proteger alguma coisa, em primeiro lugar, temos que saber apreciá-la”, foi lançado o processo para a eleição das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, que irá decorrer até 11 de Setembro deste ano.
Este processo tem ainda mais pertinência por 2010 ser o Ano Internacional da Biodiversidade (veja a página).
Neste momento estão a votação 21 Maravilhas Naturais, subdivididas em 7 grupos. Ou seja, quem votar terá que escolher uma de cada grupo.
Os grupos e as Maravilhas que neles se enquadram são:
1 - Zonas Marinhas
  • Arquipélago das Berlengas
  • Ponta de Sagres
  • Ria Formosa

  • 2 - Grutas e Cavernas
  • Algar do Carvão
  • Furna do Enxofre
  • Grutas de Mira de Aire

  • 3 - Praias e Falésias
  • Pontal da Carrapateira
  • Portinho da Arrábida
  • Praia de Porto Santo

  • 4 - Florestas e Matas
  • Floresta Laurissilva
  • Mata Nacional do Bussaco
  • Paisagem Cultural de Sintra - Património da Humanidade

  • 5 - Grandes Relevos
  • Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico
  • Parque Natural da Arrábida
  • Vale Glaciar do Zêzere

  • 6 - Zonas Protegidas
  • Parque Nacional da Peneda-Gerês
  • Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
  • Reserva Natural da Lagoa do Fogo

  • 7 - Zonas Aquáticas Não Marinhas
  • Lagoa das Sete Cidades
  • Portas de Ródão
  • Vale do Douro
  • O Milhas Náuticas já mostrou aqui muitas destas (e outras que provavelmente não lhes ficam atrás) Maravilhas Naturais de Portugal, pelo que não quisemos deixar de assinalar este projecto. Veja aqui como votar.
    Não vou indicar, pelo menos para já, a minha votação. E confesso que há duas ou três destas Maravilhas Naturais que não conheço. Mas fica desde já aqui uma das minhas preferidas, pela sua (bio)diversidade.

    28 fevereiro 2010

    Mergulho em "Diogo Vaz"

    Na costa Atlântica de São Tomé. Esta parede, que começa a cerca de 25 m de profundidade, foi o melhor local onde mergulhei por lá.
    Uma moreia grandinha deu-nos as boas vindas e as gorgónias animavam as paredes.
    Ainda vimos uma tartaruga, mas está claro que os tubarões, anunciados como prováveis, não apareceram.
    Entretanto o meu regulador estava a cortar no débito e tive que subir um pouco. Demos então com uma multidão de enguias de jardim!
    Por volta dos 20 m e até à superfície havia bastante mais peixe: a costumada "cadeia alimentar" - sardinhas, carapaus, cavalas e alguns charuteiros. Mais umas moreias e, a despedir-se de nós, este colorido nudibrânquio.
    30,2 metros, 32 minutos!
    Quando cheguei cá acima a caixa estanque estava toda embaciada! A humidade de São Tomé não ajuda nada nestas coisas, sobretudo quando se desce para águas um pouco menos quentes. Assim, no segundo mergulho, já encostado a terra, levei só a caixa! Felizmente não havia problemas.
    O segundo mergulho foi bastante desinteressante. Era um talude de enormes calhaus rolados, que descia até perto dos 20 m, e umas áreas aplanadas daquela areia grossa e cinzenta, onde "pastavam" dezenas de salmonetes.
    19,2 metros, 56 minutos!
    A única atracção do mergulho foi a quantidade (umas dezenas largas) de peixes trombeta que andavam à volta dos calhaus.

    21 fevereiro 2010

    Lisboa Ribeirinha I

    Postais do arquivo fotográfico da CML
    Doca do Terreiro do Trigo
    Varino junto ao Cais das Colunas
    Varinas no Mercado do Peixe da Ribeira Nova
    Fragatas âncoradas no Cais das Colunas

    15 fevereiro 2010

    Um passeio na Bretanha: o farol de l'Île Vierge

    A costa de Plouguerneau, no Finistère norte (o número 13), é um troço do litoral da Bretanha muito recortado, salpicado de ilhas e rochedos e muito batido pelos ventos e pelas ondas.
    Uma destas ilhas é a Île Vierge, situada a 1,5km da costa, a nordeste da entrada do Aber-Wrac’h, onde em meados do séc. 15, foi fundado um convento, habitado durante cerca de 60 anos. Atribui-se o nome da ilha à existência de uma capela dedicada à Virgem.
    Na ilha existiu um primeiro farol (cujo edifício ainda existe) que entrou em serviço a 15 de Agosto de 1845.
    A construção do actual farol, prevista desde 1882, foi autorizada por uma decisão ministerial de 22 de Abril de 1896, e teve início a 24 de Abril de 1897.
    O farol da Ile Vierge, com uma altura de 82,5 m é o mais alto da Europa. Tem uma escadaria com 360 degraus, de uma única pedra e mais 32 degraus de ferro que permitem alcançar a lanterna.
    Em 1959, o farol foi electrificado e actualmente é accionado por uma célula fotoeléctrica.







    Na página do Departamento do Finistère existe mais informação sobre o farol.