14 novembro 2010

Notícia de última hora! Focas cinzentas da Estónia

Cliquem na ligação que está na coluna lateral! São aos montes e "cantam" lindamente

13 novembro 2010

O desafio

No Tejo Internacional a brama dos veados começa cedo. Estive lá no início de Setembro e tive tanta sorte que além de os ouvir também os vi a desafiarem-se.
Em cima, V1 guarda tranquilamente o seu harém de cervas, tentando com a brama, atrair mais algumas...
Em baixo, V2 passeia-se com duas cervas, tentando também com a brama, atrair mais algumas...
Mas eis que as cervas de V2 resolveram ir conhecer V1! V2, obviamente foi atrás delas.
Instala-se a confusão: V3 que também andava por ali opta por uma retirada estratégica pela lateral esquerda.
V1 e V2 medem forças
e engalfinham-se enquanto as cervas batem em retirada.
Quem ganhou?

31 outubro 2010

Samhain: a passagem

para o Sid.
Os caminhos são diversos, mas sempre através da água...
Mais um ano que começa:
Feliz Ano Novo!

20 outubro 2010

Um novo golfinho no Sado


Para cumprir a "tradição", lá fui em Setembro ver os golfinhos roazes do Sado, com a Vertigem Azul.

Desta vez,
depois de um
bom bocado
a procurá-los
do lado de
fora da
restinga de Tróia,
fomos dar com
eles bem dentro
do rio

Mas com uma surpresa:
o Batalhinha, um golfinho com apenas 3 meses,

que alegremente acompanhava as evoluções dos mais velhos.

09 outubro 2010

De volta ao Promontório Sagrado

Lugar mágico e fascinante... ora envolto numa cortina de água,
ora coberto pelo manto róseo da luz do sol poente,
ou apenas desafiando os fortes ventos do Sul.

05 outubro 2010

5 de Outubro de 2010

Neste dia, em que alguns celebram um golpe militar, apoiado por uma minoria e imposto aos portugueses em 1910, prestamos aqui homenagem ao último grande herói monárquico, com dimensão verdadeiramente nacional – Henrique de Paiva Couceiro.
Oficial do Exército Português, nascido em Lisboa a 30 de Dezembro de 1861, destacou-se nas campanhas de África, quer em Angola, quer em Moçambique, tendo participado nas batalhas contra o régulo Gungunhana, sob o comando de Mouzinho de Albuquerque. Em 1907, foi nomeado Governador-geral de Angola, pelo Senhor D. Carlos, lugar que manteve até 1909.
Aquando do golpe de 1910, contava-se entre os defensores da causa monárquica, o que lhe custou a expulsão do Exército. Refugiou-se na Galiza, tendo comandado duas incursões no Norte do país, respectivamente em 1911 e 1912. Após o assassinato de Sidónio Pais em 1918, Paiva Couceiro vê novamente a oportunidade de restaurar a monarquia e, em 1919, conseguiu sublevar o território nacional que vai do Minho ao Vouga, no que se viria a chamar a Monarquia do Norte. Após mais esta tentativa frustrada, refugia-se em Madrid, voltando ao país em 1924.
Em 1935, por discordar publicamente da política ultramarina que estava a ser seguida, foi deportado, tendo voltado em Janeiro de 1937. Em Outubro do mesmo ano, dirigiu uma célebre carta ao Presidente do Conselho de Ministros sobre a mesma questão, tendo sido preso e, novamente, expulso do país. Tinha 76 anos!
Permitiram-lhe o regresso em 1939, tendo morrido em Lisboa, no dia 11 de Fevereiro de 1944. A convicção e a esperança nunca o abandonaram e perduraram até ao fim, tendo sido, curiosamente, um antigo monárquico a acabar com o seu sonho.

01 outubro 2010

Amanhecer no Tofo

Desta vez visto de uma casinha na praia...
O próximo (já não falta muito...) será no Tofinho

23 setembro 2010

17 setembro 2010

Alguns "segredos" do planalto de Castro Laboreiro

As plantas carnívoras
e as viçosas turfeiras
As inúmeras mamoas que se confundem com o relevo da paisagem
As cavidades e gravuras esculpidas nas rochas do planalto
Os "alinhamentos" de pedras ao alto que separam leiras
Estes e mais alguns que caberá a cada um (tentar) descobrir...

12 setembro 2010

No Creoula: as cores do Atlântico

De manhã acordou assim: agitado, cinzento escuro, salpicado de branco, mesmo mal humorado...
Aproveitei para adiantar trabalho, e quando subo de novo, estava lindo: agitado à mesma, mas animado, a mostrar todos os seus azuis...
De vez em quando parecia que sossegava mas, quando menos esperávamos, atiráva-nos com uma onda, irreverente...
À noite cansou-se, sossegou, como se a energia tivesse resolvido acompanhar os azuis que o sol, ao pôr-se, levou com ele...

06 setembro 2010

Barlavento Algarvio I

Fotografia gentilmente cedida por MCSA