16 janeiro 2007

Ideias para Portugal (5)

Santarém: Lezíria, rio Tejo, Castelos, Fátima Pontos Fortes
  • os solos férteis da Lezíria, o regadio, a estrutura fundiária e as boas acessibilidades permitem uma produção agrícola empresarializada e níveis de produtividade e rendibilidade superiores à média
  • posição geoestratégica com boas acessibilidades à AML, ao país e à Europa e um sistema de cidades intermédias atractivas, com apreciável qualidade urbana e valores patrimoniais
  • diversidade e riqueza do património natural, cultural, histórico, religioso, paisagístico e rural, que complementa o sector terciário: elevado potencial agro-florestal, industrial, turístico e de lazer
  • associações de municípios e associações empresariais activas e bom relacionamento institucional
  • três importantes fileiras de actividade industrial, com actividade exportadora: agro-indústrias - transformação de tomate, sumos (Compal), açúcar de beterraba (apesar de ameaçada pela nova política para o açúcar, a unidade poderá ser reconvertida para a produção de biocombustíveis) -, fileira florestal - madeira e papel -, e automóvel (apesar da saída da Opel)
  • (nas fotos, de cima para baixo: a Golegã vista da Chamusca, o castelo de Alcanede e a celulose do Caima)
    Pontos Fracos
  • as zonas envolventes à Lezíria e manchas de ocupação florestal, com relevo acentuado, solos pobres e falta de acessibilidades: 12 dos 21 concelhos do distrito apresentam índices de poder de compra inferior a 75% e uma população cada vez mais envelhecida
  • vulnerabilidade da base económica: peso excessivo de microempresas, debilidade organizacional e tecnológica, estrutura negativa dos níveis de instrução e qualificação e da rede de equipamentos
  • elevados níveis de poluição ambiental: Alviela (curtumes), Almonda (indústria do azeite e do tomate), rio Tejo (escorrências agrícolas da Lezíria)
  • (na foto: a ocupação florestal na Chamusca)
    Oportunidades
  • o IC3 que reforçará a coesão interna do distrito e o potencial logístico e industrial associado à plataforma existente no eixo Torres Novas / Entroncamento (TVT) e à prevista para o eixo Abrantes / Ponte-de-Sôr, dando origem a um grande pólo industrial no interior do país
  • o crescimento dos segmentos de turismo cultural, circuitos turísticos, turismo religioso (a crescente importância de Fátima), turismo activo e turismo de natureza
  • (nas fotos: o castelo de Almourol e a albufeira de Castelo de Bode)
    Apostar no Futuro
  • desenvolver pólos empresariais e de conhecimento associados à enologia e indústria do vinho, eixo Cartaxo / Santarém / Almeirim / Alpiarça, e à qualificação do eixo industrial Abrantes / Ponte-de-Sôr
  • concretizar as ligações transversais em falta e a criação de pólos de atracção turística e novos espaços de lazer, nas cidades de Santarém e Tomar e nas áreas ribeirinhas do Tejo e do Zêzere
  • combinar actividades agrícolas, valorização paisagística e espaços de lazer e de residência secundária com os subsistemas urbanos de Santarém e Tomar / Torres Novas / Entroncamento / Abrantes, espaços privilegiados para a deslocalização, desconcentração e atracção de actividades industriais servidas por centros logísticos e boas redes de acessibilidades à AML, ao norte do país e Espanha
  • (nas fotos: Constância, na confluência entre o Zêzere e o Tejo e a albueira de Castelo de Bode em Dornes)

    como só o Tejo pode...

    13 janeiro 2007

    pelo Mundo Rural

    Termina na próxima 2ª feira, dia 15 de Janeiro, a consulta pública, do projecto de Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, para 2007-2013 (310 pág.).
    Participe! defenda o nosso mundo rural! envie as suas contribuições para desenv.rural@gppaa.pt.

    12 janeiro 2007

    Lindo e preocupante...

    Praia da Falésia - Algarve

    Praia da Foz / Cabo Espichel

    Temos um interior lindo, mas já estou com saudades de MAR!!!

    11 janeiro 2007

    uma "porta" do mar

    na Ponta do Sol,
    ilha da Madeira

    10 janeiro 2007

    Agradecimentos

    A quem tem vindo a reprovar os projectos de mamarrachos
    que têm vindo a ser propostos,
    sucessivamente,
    e insistentemente,
    para este local.
    Que por acaso é só ao lado do Mosteiro de Alcobaça, monumento nacional e Património Mundial desde 1989.

    09 janeiro 2007

    Espuma

    ou o mar a brincar com a falésia...
    em São Julião, a sul da Ericeira

    07 janeiro 2007

    Mergulho na Baleeira, junto ao forte da Baralha

    Ontem, em Sesimbra, a caminho do cabo Espichel...
    o mar estava sossegado e a visibilidade não era má, mas a água começa a estar fresquinha (15ºC) e faltou-me a máquina digital!!
    Levei a que o Laurus Nobilis gentilmente me emprestou... mas de facto não é a mesma coisa...
    Descemos...
    a estrela do mar deu-nos as boas vindas
    e uma navalheira guardava o seu buraco...
    nudibrânquios havia muitos mas as fotos ficaram desfocadas!! ou os bicharocos fora do alvo... não é fácil tirar fotografias debaixo de água sem estar a "ver como é que ficam"... e já não sei as distâncias correctas!!
    mas ainda "apanhei" uns peixitos: um sargo que se passeava por ali,
    um bodião camuflado numa rocha
    e uma santola, rainha na arte de se camuflar!
    só olhando com atenção se distinguem as suas patas e a forma arredondada de tal maneira se confunde com a parede rochosa...
    e pronto! ao fim de 30 minutos acabou-se o rolo... e sem fotos para me entreter veio logo o frio! mas quando ia dizer aos meus dois companheiros de mergulho "fiquem os dois que eu vou subindo", um deles assinala a entrada na reserva, tinha que subir... e eu fiquei...
    nunca me custou tanto ser poupadinha no ar! ainda me entretive a ver uns cardumes de sargos e uns robalitos que "brincavam" com a rebentação no topo dos rochedos... finalmente, quando já não sentia os dedos dos pés, foi a vez do outro, que todo contente ia tirando fotografias (que inveja!), ter que subir...
    12,9 metros. 1 hora e 10 minutos! Preciso de uma digital submersível!!!

    O regresso das caravelas!

    numa manhã de nevoeiro... viria a bordo El-Rei D. Sebastião?
    parece que não...
    era a Vera Cruz que regressava de Aveiro!
    mas que trazia, aqui na foto agarrado aos brandais, o João Veiga, um dos amigos do Milhas Náuticas...
    a viagem de Aveiro até Lisboa podia ter sido boa, mas consta que faltou um elemento importante: não havia vinho a bordo!
    a falha é grave! na "época" daria direito a que o responsável pelas provisões fosse passado uma série de vezes debaixo do casco...

    06 janeiro 2007

    no Mar Vermelho...

    Por lá não havia peixe lua. Mas havia estes cavalos marinhos bem grandes.
    (foi num destes mergulhos que conheci a Garina do Mar)

    05 janeiro 2007

    no Oceanário de Lisboa...

    Fotografias gentilmente cedidas por MCSA

    Real Panteão dos Bragança

    Da autoria de Paulo Dias e prefácio de António Pimentel, foi publicado o livro "O Real Panteão dos Bragança", que não é mais do que um excelente trabalho de investigação em torno da memória e a arte deste Panteão Real.

    Águas barrentas

    Pobre Douro! Afinal, só daqui a um mês, é que a famosa Unidade de Missão anunciada em Agosto vai entrar em funcionamento. Será?
    E vai começar por fazer o quê? Aquilo que já foi feito nos vários estudos feitos para esta zona: um diagnóstico!
    Mas porquê? Para quê? Não chegam os vários, alguns bem recentes, que já foram feitos? Não chega o que toda a gente sabe? Mais quantos meses vai o Douro ter que esperar por uma solução?
    "Os rapazes abalaram à procura da vida, porque a aldeia ficou assombrada de maldição, com a terra de poucos e o rio de ninguém."
    Alves Redol in "Porto Manso"

    03 janeiro 2007

    Mar Português (2)

    na ponta do Rodízio, a sul da praia das Maçãs

    02 janeiro 2007

    Água em movimento

    No rio Caima, no sopé da serra da Freita, a caminho do mar, localiza-se a barragem Duarte Pacheco (ou barragem de Burgães).
    A barragem, que pertence à Associação de Beneficiários de Burgães, dá origem a uma albufeira com 5 ha, que além da rega permite também a prática de desportos náuticos.
    Não é fácil lá chegar, mas o passeio vale a pena!
    A água a descarregar cria efeitos lindíssimos de escoamento laminar.

    01 janeiro 2007

    Mar Português (1)

    em São Julião, a sul da Ericeira