18 agosto 2011

Parque Natural do Tejo Internacional


Comemora-se hoje o 11º aniversário deste Parque, criado pelo Decreto-Regulamentar nº 9/2000, de 18 de Agosto, devido às suas arribas, ao elevado valor das suas linhas de água com comunidades vegetais ripícolas associadas e, no domínio da avifauna, a espécies estritamente protegidas por convenções internacionais como a cegonha-preta Ciconia nigra, o abutre-preto Aegypius monachus e a águia-real Aquila chrysaetos, todas com estatuto de “em perigo”.

É normal no Tejo Internacional ver imagens como esta, de umas dezenas largas de aves de grande porte, aproveitando as correntes térmicas da zona do rio Tejo. Neste dia andavam por lá grifos (o maior número), abutre-preto, abutre-do-egipto e águia-imperial-ibérica.
Ou de grifos poisados nas escarpas, neste caso um juvenil na zona da confluência do Aravil

Também existe uma numerosa população de veados, como os que mostrámos já há algum tempo ou este jovem "vareto".

E o ano passado houve dois casais de abutre-preto que voltaram a criar em Portugal, na herdade da Cubeira, também perto do Aravil (este ano apesar de haver 3 ninhos só houve uma cria).

Na foto, em baixo, uma das crias do ano passado já muito ao fim do dia.

Saiba mais na página do Parque.

3 comentários:

nautilus disse...

Está visto que "bicharada" não falta por ali. Nem sei porque é que vais passear para as selvas de África quando tens tanta coisa cá :)
A história dos abutres-pretos não sabia, porque é que este ano só nasceu um?
Gosto da segunda fotografia: com os vales e as curvas do rio.

garina do mar disse...

é... por cá não é mau para ver bichezas!!! mas é sempre bom ir "à terra"...
acho que um dos casais ainda era novo por isso se calhar pro ano já criam, o outro não sei!!! o ano passado também acharam que tinham morrido os dois porque os ninhos caíram mas depois encontraram os abutrinhos e fizeram-lhes uns ninhos novos...

Laurus nobilis disse...

Uma lacuna que tenho de resolver um dia destes. Pelas fotografias, parece imponente!

Bem... As bichezas são diferentes; lá para as Áfricas, imperam animais algo maiores!