31 outubro 2014

Samhain


A fronteira entre dois mundos, entre o céu e a terra, entre a estação clara e a estação escura.
A água ensina o caminho.

Bom Ano Novo!

18 outubro 2014

São Julião


Uma aldeia, ou melhor, duas fiadas de casas, não devem chegar a 20, que limitam um terreiro e nem uma loja, só a igreja fronteira ao mar. Perto, pertinho de Lisboa.

Com uma vista daquelas que não cansam

e uns pormenores deliciosos.

06 outubro 2014

Creoula

Há dias fui a Setúbal. Era o dia mundial do Mar (da IMO) e estavam lá a Sagres, a Vera Cruz, o Blaus e o Creoula!!
Aproveitei a hora de almoço e fui matar saudades do Creoula. Estavam bonitos os "amarelos". Quantas vezes contribuí para que ficassem a brilhar a roda do leme e a bitácola da agulha,

as letras do painel de popa
e o sino!
Mas os amarelos que me fizeram mais inveja foram os das garrafas de mergulho arrumadas debaixo do banco: o Creoula estava a dar apoio a mais uma Campanha M@rbis, desta vez nas águas do Parque Marinho da Arrábida.

20 setembro 2014

Barragem de Picote


Uma das três barragens portuguesas localizadas no Douro Internacional e a primeira a ser construída no rio Douro, a barragem de Picote começou a ser construída em 1954, pela Hidro-Eléctrica do Douro, e entrou em funcionamento em 1958.

Aproveitando uma garganta do rio Douro, é um aproveitamento a fio de água que tira partido de um desnível de cerca de 70 metros.
O paredão da barragem, uma abóbada de dupla curvatura com 100 m de altura e 139 m de coroamento, aproveitou a pedra retirada para a construção da central: a pedra retirada era transportada encosta acima e depois britada para ser incorporada no betão.
Na fotografia um dos túneis cavados na rocha para a construção da central:
A central inicial incluía três grupos geradores com potências unitárias de 65 MW e 72 MVA. Aproveitando as infraestruturas hidráulicas existentes.
Em baixo a sala de máquinas da primeira central:

No início de 2012 entrou em funcionamento o reforço de potência (Picote II), com um grupo gerador com potências de 248 MW e 273 MVA que veio mais do que duplicar a potência instalada inicial.
Na fotografia uma das duas portas estanques que separam as duas centrais (as portas, além da sua sólida estrutura são côncavas para que a força da água reforce o isolamento):
A nova central é "decorada" por 4 conjuntos de interessantes painéis, num total de 71 painéis, de Pedro Calapez, feitos em vidro temperado com o título "71 VOLT (magia eléctrica)".
Na fotografia a sala das máquinas de Picote II e um dos painéis.

O Milhas Náuticas visitou a barragem e as centrais Picote I e II ao abrigo da iniciativa Ciência Viva no Verão, numa visita proporcionada pela EDP.

06 setembro 2014

Tejo...






in "O Tejo em Lisboa - breve antologia poética"
CML, 1981

25 agosto 2014

Praia fluvial da Congida


É neste lindíssimo recanto do Douro Internacional, em Freixo-de-Espada-à-Cinta, que se localiza o conjunto das 10 Moradias do Douro Internacional (ver fotos abaixo e aqui).
Muito bem equipadas, incluindo ar-condicionado, com uma mini-cozinha bem organizada, bastante espaço para arrumações e, para além da praia fluvial com água de qualidade "excelente" ainda têm uma boa piscina que durante a manhã apenas serve os hóspedes e durante a tarde é aberta aos munícipes.
Mas é um desperdício: num fim de semana de Agosto, estavam ocupadas menos de metade das casas!!


Na praia fluvial também existe um bar bastante agradável, mas a "ementa" é demasiado focada nos espanhóis.

E um passeio de barco que sobe o rio até à zona de Lagoaça (ver aqui e aqui).

16 agosto 2014

Aqueduto das Águas Livres



Desde a barragem de Olisipo

e a nascente da Mãe de Água Velha junto à Quinta das Águas Livres, em Belas,



passando pelo vale de Alcântara



e até ao Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras
que já mostrámos aqui, são 14 km de aqueduto. A estes somam-se mais 44 km de ramais de abastecimento e distribuição.

Vale a pena fazer a visita guiada e conhecer as peripécias associadas à construção desta obra.

07 agosto 2014

Tartarugas marinhas. A Viagem


A exposição, do Oceanário de Lisboa, sobre tartarugas marinhas
foca-se na sua capacidade para percorrer grandes distâncias e, no caso das fêmeas, de regressar às suas zonas de nidificação para continuarem o ciclo de reprodução.




O espaço da exposição inclui um circuito em “loop” que permite às tartarugas nadarem sem interrupção e que é cruzado pelos visitantes incluindo ainda um compartimento sob o tanque que permite observar de perto a evolução destes lindos animais.

Mas esta exposição é mais do que informativa. O tanque das tartarugas permite que animais que estiveram em cativeiro ou necessitam de recuperação se exercitem antes de serem de novo devolvidos ao oceano. Que será o destino das tartarugas-comuns "Aurélia", "Crioula", "Quico" e "Lolita", após o fecho da exposição, a 28 de setembro (ver aqui), para continuarem a sua viagem.

Ainda vou voltar para lhes desejar Boa Viagem! e aproveitar para conhecer o novo aquário de “peixes-palhaços” (ver aqui) que ainda não vi.