28 julho 2011

No Dia Nacional da Conservação da Natureza

e dia dos 35 anos do Parque Natural da Arrábida.
A ideia era juntar os roazes corvineiros, um bom testemunho da importância de conservar a natureza em Portugal, e a Arrábida, mas desta vez eles estavam no rio e por isso o passeio foi mesmo no seu habitat.
Sempre bonitas de ver as suas brincadeiras!
E é sempre bom saber que vão nascendo crias! O ano passado mostrámos o Batalhinha. Este ano, há cerca de um mês nasceu o Pirata e o Nortada. Qual deles é o da foto? Não sei...

23 julho 2011

5 anos

Há 5 anos, começámos a publicar no Milhas Náuticas, relatando as nossas viagens, mostrando a nossa forma de ver o mundo, seja ele marítimo ou não.
Em nome da equipa que, sempre que pode, aqui vai acrescentando mais umas Milhas, agradecemos a todos os nossos mais de 150 mil visitantes (alguns repetem bastante) e, em especial, àqueles que, com os seus comentários, contribuem para o enriquecimento deste blogue. Voltem sempre!

18 julho 2011

A cavalo, no planalto de Castro Laboreiro

Uma das coisas bonitas do planalto de Castro Laboreiro é esta paisagem, feita de contrastes e a perder de vista!
Desta vez fui eu lá passear. Mas a cavalo :) como se pode ver pela fotografia! E o Joy portou-se muito bem.
A cavalo consegue-se chegar mais longe do que a pé e ver coisas que não se vêem de carro. Ou seja, recomendo!
Pelo caminho encontrámos veados, aves diversas (que não consegui fotografar, por via das dúvidas só levei a compacta) e as famosas manadas de garranos.
E pudemos admirar os sempre lindos "pantanos", nome que dão na região a pequenas albufeiras e charcas
O almoço foi em Espanha (do outro lado do marco está um P), num penhasco com uma vista linda.
Apesar de o Joy também ter gostado do passeio, é sempre um alívio quando retiram toda a parafernália necessária para se poder montar e conduzir o cavalo.
A repetir! Saiba mais em www.ecotura.com.

13 julho 2011

Castro de S. Lourenço II

O Castro de S. Lourenço fica situado no concelho de Esposende e tem as suas raízes no final da idade do Bronze ou seja, cerca de mil anos antes de Cristo.
As escavações arqueológicas, com carácter sistemático, tiveram início a partir de 1985, após algumas destruições provocadas por trabalhos numa pedreira próxima.
Várias casas foram restauradas e, em cada campanha arqueológica, para além das escavações, têm existido sempre trabalhos de consolidação e restauro de estruturas.
Foi construído num dos imponentes afloramentos graníticos que compõem a região e que ladeiam a faixa litoral. A vista, é magnífica!

07 julho 2011

Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina foi criado pelo Decreto-Lei nº 241/88, de 7 de Julho, ou seja faz hoje 23 anos, como Área de Paisagem Protegida. E que, embora quase ninguém saiba, incluía já "o mar e fundos marinhos adjacentes, numa faixa de 2 km ao longo da costa correspondente".
Em 1995 foi reclassificado como Parque Natural (Decreto Regulamentar nº 26/95, de 21 de Setembro) e nesse ano viu também aprovado o seu Plano de Ordenamento, recentemente revisto (RCM nº 11-B/2011, de 4 de Fevereiro).
Apesar de já termos publicado por aqui inúmeros artigos sobre este Parque, desde as praias da zona de São Torpes em Sines, até à praia do Rebolo em Vila do Bispo, passando pelos vários portinhos ao longo de toda a costa, pelo cabo Sardão em Odemira, com os seus rochedos de formas estranhas e as suas cegonhas "marinhas", pela costa alcantilada e praias rochosas de Aljezur e pelo sempre simbólico Promontório Sagrado, nunca tínhamos feito referência específica ao Parque Natural pelo que fica aqui assinalado o seu aniversário.
E aqui fica também um dos seus ex-libris, a ilha do Pessegueiro
com as suas lendas e as suas estranhas construções.
Para saber mais consulte a página do Parque.

30 junho 2011

Moliço na Ria de Aveiro

Barcos moliceiros na faina
Recolha do moliço
Barcos moliceiros
Ancinhos
in "Aveiro e o seu Distrito" - N.º 5 - Junho de 1968
"O problema do moliço na Ria de Aveiro"
Agostinho Simões Lopes

25 junho 2011

Picos da ilha da Madeira

Subindo da Ribeira Brava em direcção ao centro da ilha, chega-se ao miradouro dos Vinháticos de onde se podem admirar os inúmeros picos montanhosos da ilha da Madeira.
Pico do Areeiro (1818 m), Pico do Juncal (1800 m), Pico das Torres (1851 m) Pico Ruivo (1862 m) são os que, mais longe, a nascente, competem pela maior altitude da ilha.
Mais perto da zona central, e um pouco mais comedidos, vêem-se o Pico Grande (1657 m), o Pico do Jorge (1696 m), o Pico das Torrinhas (1509 m), o Casado (1725 m) e o Pico das Eirinhas (1650 m).
Para quem goste das alturas há um percurso a pé que sai da Encumeada, aqui perto e termina no Pico do Areeiro.
Para poente, chega-se ao Paúl da Serra, uma vasta área de planalto a cerca de 1500 m de altitude, de onde se vê, para Sudoeste, o Pico das Urzes. e para Norte, o Pico Ruivo do Paul (1640 m) e os Estanquinhos (1607 m) que dominam a floresta laurissilva.

19 junho 2011

O Creoula de novo em expedição

O Creoula partiu em mais uma expedição para ajudar a conhecer o Mar Português. Há três dias apanhei-o da janela quando largava rumo a Leixões e depois às Selvagens, Porto Santo e Formigas. Para saber mais sobre a expedição veja http://www.campanhasmarbis.org/

14 junho 2011

Marnotos Aveirenses

in "Aveiro e o seu Distrito" - N.º 3 - Junho de 1967
"Sal de Aveiro - Epopeia dos Marnotos"
Victor Manuel Machado Gomes

05 junho 2011

Mamoa do Batateiro

Uma mamoa, é um montículo artificial que envolve um dólmen, cobrindo-o completamente.
No planalto de Castro Laboreiro existem muitas e nesta, chamada "do Batateiro", foi removida a cobertura de terra, tendo a anta ficado exposta.
Pensa-se que a forte ligação com a Mãe Terra, enquanto entidade protectora dos povos, está na origem destes monumentos.
Outros tempos, em que o "mágico", a natureza e os homens conviviam em perfeita harmonia!

02 junho 2011

A caminho da Ponta do Pargo

A costa poente da ilha da Madeira é consideravelmente escarpada (em cima o troço a norte da Ponta do Pargo), vendo-se um mar muito transparente lá em baixo.
Para vencer o desnível e poder aproveitar os terrenos agrícolas das fajãs, foi construído o teleférico das Achadas da Cruz (na fotografia vêem-se os cabos e a plataforma de chegada à fajã).
E, na Ponta do Pargo, localiza-se o farol com o mesmo nome. Apesar de decidida a sua construção no "Plano Geral de Alumiamento e Balizagem de 1883, o projecto do farol só foi elaborado em 1911 e a sua construção e equipamento veio a atrasar-se devido à Iª Grande Guerra, tendo entrado em funcionamento a 5 de Junho de 1922.
Latitude 32º 48,62' N
Longitude 17º 15,54' W
Principais características:
Altura: 14 m
Altitude: 312 m
Alcance: 26 M
Luz: Fl (3) W 20 s
No Expresso encontrei esta página interactiva sobre os faróis portugueses

27 maio 2011

Na "maré"

Na zona que o mar cobre e descobre com a variação das marés descobrem-se coisas lindas, em especial nas pocinhas de água que se formam sobre as rochas:
algas coloridas, burriés "a namorar",
efeitos especiais, provocados por alguma gota de água que caiu de uma rocha mais alta,
ou pelo vento na superfície da água,
ou ainda, verdadeiras pinceladas feitas por algas incrustantes que cobrem os outros seres vivos.