31 outubro 2008

Samhain

Ontem como hoje, por vezes é difícil de ver ... mas a passagem está e continuará a estar lá, permitindo o encontro entre os dois mundos! Excelente Ano Novo!

23 outubro 2008

Iate Inhaca

Fotografia retirada do livro "Veleiros de Portugal" de Francisco Correia Figueira

17 outubro 2008

Raz de Sein

O Raz de Sein é uma passagem marítima, relativamente estreita entre a Pointe du Raz no Cap Sizun, Finistère, e a ilha de Sein.


A passagem
está assinalada
a poente pelo
farol de Tévenec,
inaugurado em 1875
e conhecido como
o "farol maldito"

e, a nascente, pelo farol de La Vieille (Ar Groac'h), inaugurado a 15 de Setembro de 1887, e a "tourelle" de La Plate (em baixo).
Esta passagem é bastante procurada porque para passar por fora da ilha de Sein é necessário guardar resguardo da "Chaussée de Sein", uma crista de afloramentos graníticos que se estende cerca de 15 Milhas Náuticas para poente.
No entanto também esta passagem tem riscos: as correntes de maré podem atingir 6 nós e, em situações de "vento contra corrente", o mar fica consideravelmente empolado. Actualmente não é permitida a navegação comercial, até porque a Pointe du Raz é área protegida.
Eu passei por aqui com "mar de senhoritas".
Mas agora imaginem com mar de tempestade!!
Pela espectacularidade do vídeo abrimos uma excepção:

15 outubro 2008

115 anos do Farol de Aveiro


A 15 de Outubro de 1893, o Farol da barra da ria de Aveiro entrou em funções, com o fim de evitar "os repetidos sinistros marítimos ocorridos nas proximidades da foz do Vouga".
Apesar de inicialmente ter sido pensado para o forte da Barra, aproveitando a torre de sinais, a localização escolhida foi junto ao molhe sul da barra da ria de Aveiro (que é em Ílhavo), assumindo a dupla função de avisar da proximidade da costa e assinalar a entrada da barra.

O farol é constituído por uma torre de 62 metros de altura (é o mais alto de Portugal e o 2º mais alto da Europa) e a lâmpada localiza-se a 66 metros de altitude.
A "luz", constituída por 4 "relâmpagos" brancos que se repetem a cada 13 s (Fl (4) W 13 s), tem um alcance de 23 Milhas Náuticas.

10 outubro 2008

Fim do dia no Cabo da Roca

A lembrar que se aproxima o fim do ano...

30 setembro 2008

"Peixes de Papel"

Taenianotus triacanthus,

"cestos de palha"

e camarões "de brincar"
(stomato-poda)








O ano passado, a norte de Pemba
16,4 metros, 58 minutos

25 setembro 2008

Os meus ilhotes preferidos!

em 1987...
e 20 anos depois sempre lindos!

20 setembro 2008

Citânia (castro) de Santa Luzia

A “cidade velha de Santa Luzia”, localiza-se no topo de uma colina, com um belíssimo domínio estratégico sobre a paisagem envolvente, abrangendo a costa Atlântica, o rio Lima e a zona montanhosa interior.
No Séc. 8 a.C. era já habitada, mas o seu grande desenvol- vimento deu-se com a romaniza-ção da região, tendo mantido uma ocupação pelo menos até ao séc. 5, o que é sugerido por ter sido encontrado um conjunto de moedas dessa altura.
O castro, dispunha de um importante sistema defensivo, dotado de três linhas de muralhas e dois fossos.
A muralha interior, a que se encontra melhor conser-vada, dispunha de torreões de reforço (foto ao lado), no lado Norte, por onde o acesso ao povoado era mais fácil.
A terceira muralha, tal como uma grande área do castro a Sul, Sudoeste, foram bastante destruídas pela exploração de quartzo, abertura de estradas e construção do reservatório de água, pousada e jardins e santuário (há vestígios de habitações nas proximidades da Basílica de Stª Luzia).
As habitações estavam estruturadas em quarteirões, separados por muros de divisão e dotados de caminhos em lajeado. As casas seriam redondas ou elípticas, com e sem alpendre, e, nalguns casos mais ou menos rectangulares.

Os pavimentos eram de saibro ou terra argilosa batida e existem vestígios de lareiras e de bancadas circulares ao longo das paredes (ao lado).
A existência de uma pedra no centro das casas (ao lado) revela que a sua cobertura seria de materiais ligeiros com um apoio central.
Algumas casas têm fornos, escoadouro para a água da chuva (ao lado) e várias têm no exterior pias que poderiam ser bebedouros para o gado.
É famosa uma unidade habitacional construída com paramentos de aparelho helicoidal (em baixo), que constitui uma das mais belas unidades domésticas castrejas conhecidas.
No centro, existe uma pequena acrópole murada de que não se conhecem as funções.
Tal como noutros castros desta zona, em Santa Luzia encontram-se sobreposições das edificações, revelando que um primeiro castro foi destruído por um grande incêndio (Décimo Júnio Bruto, lembram-se?).
Além de uma função defensiva e protectora, em colaboração com os outros castros da envolvente e faixa marinha (São Paio, Terroso e São Lourenço), por exemplo, este povoado estaria também relacionado com o “comércio atlântico”. A vida diária estaria ligada à agro-pecuária e ao aproveitamento de frutos como a castanha e a bolota e dos recursos marinhos e fluviais, complementada por actividades artesanais de cerâmica, metalurgia, fiação e tecelagem.
O castro localiza-se por trás da pousada e basílica de Santa Luzia, facilmente detectáveis no monte que domina a cidade de Viana do Castelo. Para apoio à visita foram construídos passadiços sobre-elevados (nalguns sítios ocultam algumas das referências interessantes), mas recomendo que, se puderem, não se limitem aos caminhos definidos por esses passadiços.
Fontes: www.ippar.pt, www.monumentos.pt, www.castrenor.com, Guia de visita

10 setembro 2008

Portsall, no "Pays d'Iroise"

Entra-se por onde?
Nestas pedras encalhou, há 30 anos, o Amoco Cadiz

05 setembro 2008

Da serra de Arga: as vistas

Do lado terra, para as origens do Coura e para as bandas de Ponte de Lima. Do lado mar, para as várzeas do Lima e para a foz do Âncora.