O Creoula, na sua nova função de navio de treino de mar, leva 2 pilhas de dóris a meio navio, uma em cada bordo. Estes dóris no entanto eram meramente decorativos e não tinham "condições" para se poder neles navegar. Até que, há pouco mais de 2 anos, numa estadia em Ílhavo, se lembraram de aproveitar a "arte" de um dos últimos construtores de dóris ainda existentes e mandaram construir um dóri "dos verdadeiros"!
E aqui está ele, no topo da pilha, exibindo em cada porto, a sua vela enrolada no mastro, os remos, e uma "amostra" de alguns dos "aprestos" que levava habitualmente para o mar:
o balde do isco,
a âncora flutuante,
um "cesto" com o espinhel (as linhas e anzóis já enfiados),
a âncora flutuante,
um "cesto" com o espinhel (as linhas e anzóis já enfiados),
o vertedouro e o antepassado do "megafone" que permitia "chamar" o navio em situações de nevoeiro ou de mar cavado.
Quem quiser saber mais pode sempre ler "Um Pequeno Herói. O Dóri dos Bancos. Bote dos Bacalhoeiros", do Capitão Marques da Silva, numa lindíssima edição do Museu de Marinha.

O Convento do Carmo ou da Ordem do Carmo, em Lisboa, foi construído numa colina sobranceira ao Rossio e próxima do Castelo de São Jorge. Foi fundado por D. Nuno Álvares Pereira em 1389, Condestável de Portugal durante o reinado de D. João I. Foi inicialmente ocupado por frades carmelitas a partir de 1392 e, em 1404, D. Nuno Álvares doou os seus bens ao convento, tendo ele próprio ingressado como religioso a partir de 1423.
O Terramoto de 1755 destruiu grande parte da igreja e do convento, que acabaram por nunca ser totalmente reconstruídos. A Igreja do convento foi durante muitos anos a principal igreja gótica de Lisboa e, actualmente, as suas ruínas são sede do Museu Arqueológico do Carmo.
Fotografias captadas no Elevador de Santa Justa





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