06 novembro 2007
Pontos Fracos
O predomínio de processos difusos de urbanização e industrialização dificulta a afirmação de pólos que confiram à Região maior unidade funcional
Necessidade de modernização da indústria e de adaptação às novas formas de organização do mercado e de inovação nos processos produtivos
Concelhos do interior com índices de poder de compra iguais ou inferiores a 60%
(na foto: pinhal de "Leiria")
Oportunidades
Apostar no Futuro
03 novembro 2007
de volta à zona da Ponta Garça
O objectivo era verificar se depois das incursões clandestinas da véspera estava tudo bem com o mero "Augusto".
Mas chegados à sua toca... nada de Augusto! Um mergulho estragado: tinham dado cabo do peixe (património classificado pelo menos há 30 anos!!) e o sítio como local de mergulho não era dos mais interessantes.
Damos uma volta por ali, um bocado para "cumprir o programa" quando Uff! afinal o Augusto, apesar das inúmeras visitas e de ter "nome", não é um mero "amestrado" e estava simplesmente desconfiado de tanta agitação. Mas acabou por voltar para "casa" e ficar na fotografia.
Bem, já mais descansados continuámos o mergulho sem grandes novidades:
ainda vimos umas paredes engraçadas cobertas de espirógrafos
e encontrámos um bodião(?) sarapintado que por ali andava...
Começávamos já a subida, quando o Nélio nos assinala uma "bicuda" solitária.
Fiquei atenta (nestas águas costumam aparecer uns cardumes bem grandes) e pouco depois, lá estava, um cardume enorme de "bicudas" já grandinhas!
22 metros, 53 minutos. Afinal até foi um bom mergulho!
02 novembro 2007
31 outubro 2007
Samhain: a grande festa da passagem de ano celta
O Verão acabou e as longas noites de Inverno vão começar. Mas esta, não é somente uma festa deste mundo, mas também a da reunião com o mundo dos espíritos.
Com efeito, a noite de 31 de Outubro, marca a transição da estação clara para a estação escura, sendo também nesta noite que a porta do Outro Mundo, o Sid, está aberta, possibilitando a comunhão entre os vivos e os que alcançaram esse mundo.
Os que ao longo da vida não se comportaram dignamente, não podem nem merecem fazer parte dele. Morrem, na verdadeira acepção da palavra!
Para os celtas e os que neles acreditam, o Sid é um mundo colateral ao nosso, em que os seres para fazerem parte dele, são escolhidos ou chamados. Para nós, parece-nos um mundo longínquo e diferente, mas a sua presença é real, entrecruzando-se inúmeras vezes com o nosso.
Podemos encontrar o Sid para lá do mar, depois de uma longa viagem marítima… ou no fundo do mar ou dos lagos onde só o acaso permitirá descobrir as suas portas de entrada… ou ainda nas colinas onde os Antigos se refugiaram, quando os novos povos e as novas crenças ocuparam a superfície da Mãe Terra.
No entanto, uma coisa é certa: só se pode encontrar e aceder ao Sid através da água!
Não é um céu. Não é um inferno. Não é um purgatório. É uma outra dimensão, que coexiste em paralelo com o mundo em que vivemos e que, ano após ano se abre nesta noite, para que os dois mundos possam dar as boas vindas ao novo período que vai começar!
Excelente Ano Novo a todos! Aos que por aqui ainda estão… e aos que por cá já passaram!
30 outubro 2007
Navio escola Sagres - 70 anos a cruzar os Mares
O N.R.P. "Sagres" foi lançado à água, na Alemanha (Hamburgo), a 30 de Outubro de 1937, com o nome de "Albert Leo Schlageter".
Em 1945, o navio foi capturado pelas forças americanas e, em 1948, foi cedido à Marinha do Brasil, que lhe deu o nome de "Guanabara".
Em Outubro de 1961, foi vendido à Marinha Portuguesa, onde foi oficialmente integrado a 8 de Fevereiro de 1962, como navio-escola Sagres.
O símbolo mais conhecido do Sagres é a Cruz de Cristo que ostenta nas velas. Símbolo da Ordem Militar Cristo, fundada por D. Dinis em 1317, em substituição da Ordem dos Templários, foi usada nas primeiras viagens de exploração promovidas pelo Infante D. Henrique.
Outro símbolo importante é a figura de proa, o Infante D. Henrique, o grande impulsionador dos Descobrimentos Portugueses.
Ainda na proa está inscrita a divisa do Infante, que já aqui mostrámos noutro artigo: "talant de bien faire".
O brasão de armas, inclui a Cruz de Cristo, envolta por uma faixa azul que representa o oceano e onde estão gravados o ramo de carrasqueira, símbolo pessoal do Infante, e o astrolábio náutico que representa a ciência e a instrução da arte de navegar.
Para saber mais veja o
site do navio e o último número da
Revista da Marinha.
28 outubro 2007
Na serra da Lousã
Um dia destes fui até à serra da Lousã. A ideia era aproveitar a altura da "brama" para ir de madrugada ver veados.
Mas nestas coisas, pode-se ter azar, e no grupo havia uns que julgavam estar nalguma visita ao Jardim Zoológico e expressavam o seu contentamento em voz bem alta,
provavelmente para os veados ficarem a saber o quanto estavam a ser apreciados.
provavelmente para os veados ficarem a saber o quanto estavam a ser apreciados. E veados, machos e fêmeas, perante tanto entusiasmo, em vez de se esforçarem para aparecerem bem na fotografia, acharam que podiam ir à sua vida, quando muito observando-nos à distância.
Mas enfim, o nascer do sol foi bonito.
É sempre interessante passear na floresta
e ainda pudemos ver as marcas "territoriais" deixadas pelos veados.
E, sobretudo, admirar lindíssimas flores silvestres
e descobrir cogumelos disfarçados na vegetação rasteira.
27 outubro 2007
25 outubro 2007
No Creoula... nascer do sol no Mediterrâneo
Primeiro uma côr(zinha) no horizonte
que rapidamente dá lugar à bola de fogo do sol nascente
Começam a aparecer algumas embarcações madrugadoras,
como esta linda "lancha" a caminho do alto mar...
e os contornos da "terra" vão-se tornando mais nítidos, mostrando as encostas cheias de reflexos.
Por fim, o sol, subindo um pouco mais acima do horizonte, vem iluminar o Creoula.
Dará para perceber porque é que o "quarto" das 4 às 8, é o meu preferido...
24 outubro 2007
"O Barco Moliceiro. Construção de um Modelo"
Foi ontem apresentado no Museu de Marinha (será também lançado no Museu Marítimo de Ílhavo no dia 1 de Dezembro).
O Capitão Marques da Silva, ao mostrar como construiu o modelo reduzido, à escala 1:25, de um barco moliceiro, vai-nos também explicando a importância de todas as componentes desta embarcação para que pudesse cumprir adequadamente as funções a que se destinava.
22 outubro 2007
No Garajau...
Os meros são a atracção turística do Garajau. Grande percentagem dos mergulhadores vai até ao Funchal para ver meros. Que ainda por cima são uns bichos bastante sem graça: vêm ter com os mergulhadores a pedir festas, tal como fez este quando percebeu que eu não lhe ligava nenhuma.
Para além dos meros vêem-se uns cardumes grandinhos de sargos e salemas, uma ou outra garoupa, um peixe trombeta, mas nada por aí além... Provavelmente pelo excesso de pessoas que mergulha ali em simultâneo, porque todos querem mesmo é ver os meros!!
E é de tal maneira que o "guia" do mergulho pôs a hipótese de irmos a outro local, quando viu os 3 barcos que já estavam na "casa" dos meros (e mais um que se aproximava)... mas, tirando eu, ninguém quis!
Conclusão: gostei bastante mais dos 2 mergulhos na zona do Lido, ali mesmo em frente aos hotéis!
21 outubro 2007
O Lido na Ilha da Madeira
Diz a Garina do Mar que a água por lá é bastante transparente.


E parece que também há bastante peixe.


19 outubro 2007
18 outubro 2007
Ilha das Flores: o Ocidente de Portugal
A "ponta" e o "ponto" mais Ocidentais da Europa: em cima a "ponta da Coelheira" (ou da Cuada, ou da Fajã), a sul da Fajã Grande e, em baixo, o ilhéu de Monchique a Oeste da ilha.
E o pôr do Sol a Ocidente:
visto da Aldeia da Cuada
visto da Aldeia da Cuada
e do restaurante "Pôr do Sol", na Fajãzinha, o restaurante "mais simpático" da ilha.
16 outubro 2007
Mergulho no "Dori"
Há cerca de dois anos, mergulhei, num tal de "Dori" que se tinha afundado próximo de Ponta Delgada. Só mais tarde, descobri que se tratava de um Liberty-ship, um "Navio com História".


São indiscutivelmente lindos os efeitos cénicos proporcionados pelo contraste dos elementos do navio, com a transparência da água e os inúmeros peixes - salmonetes, castanhetas, vejas, e mesmo bicudas - que dele fizeram domicílio ou local de alimentação.