24 junho 2013

De São Domingos, ao Pomarão…


A exploração mineral no local de São Domingos é anterior à invasão romana da Península Ibérica e consistia, sobretudo, na exploração do denominado "chapéu de ferro" que cobria a massa piritosa existente e que era composto, principalmente, por cobre, ouro e prata.


Em 1858, tem início a exploração moderna da mina, para extracção de pirites, tendo-se os trabalhos prolongado até 1965, ano do esgotamento do minério e do consequente encerramento da mina.

Em 1859, a empresa proprietária mandou construir uma linha ferroviária com cerca de 15 quilómetros até ao Pomarão, tendo na aldeia sido construídos armazéns, depósitos de minério e dois cais de embarque, onde atracavam navios que subiam o Guadiana desde a foz e, dali, partiam carregados de pirites ricas em enxofre para Vila Real de Santo António, seguindo novamente por via férrea até ao Barreiro onde, a partir de 1908, tinham como destino quase exclusivo a CUF, entretanto fundada em 1865.

13 junho 2013

As aventuras da Garina do Mar... numa ilha do Atlântico (7)


A Pesca
No final do passeio de volta à ilha assistimos a uma saída de pesca, mesmo ali, junto do pontão de Vila Baleira. Foi interessante.



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04 junho 2013

Vila de Alcoutim

No Guadiana, junto a Alcoutim e para espanto meu, existe uma população residente em barcos que, segundo me contaram, ronda as 200 pessoas.
Tal como noutros tempos, na época do contrabando, as pessoas vão e vêm mas, para que não haja abusos, a Guarda Fiscal ainda os observa...
Um pouco mais longe, ficam os Menires do Lavajo, lembrando cultos antigos e épocas em que os ciclos da vida estavam ligados à Mãe Terra.
A cerca de um quilómetro da vila, subindo a encosta, ficam as ruínas do Castelo Velho que, sobranceiro ao rio, lembra que ali é terra de Portugal desde o tempo de D. Sancho II.
Os veleiros ancorados no meio do rio e nas margens são imensos e, alguns, são realmente dignos de registo.
À noite, ao jantar, o outro lado da margem, a ver-se a povoação Sanlucar de Guadiana.